Estudantes realizaram uma ação social que proporcionou acolhimento e carinho a mães internadas no Hospital Estadual Dr. Jayme Santos Neves, localizado na Serra. Os alunos da Escola Adventista de Morada de Laranjeiras, acompanhados por representantes da instituição de ensino, visitaram a unidade hospitalar para entregar quadros confeccionados por eles mesmos. Os presentes foram destinados às pacientes da Maternidade de Alto Risco e também às mães cujos bebês estão internados na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN).
Os itens, produzidos artesanalmente, continham mensagens afetuosas, cores vibrantes, colagens e palavras que transmitiam esperança. “O objetivo dessa iniciativa foi oferecer acolhimento e trazer um pouco de luz e sensibilidade para as mães que atravessam um período delicado dentro do ambiente hospitalar, sobretudo na proximidade do Dia das Mães”, declarou a coordenadora pedagógica da escola, Sueila Goese Barbosa.
Entre as pacientes que receberam os mimos estava Sara Machado, mãe da pequena Liz. No instante da visita, ela arrumava seus pertences para deixar o hospital com a filha e comemorar o primeiro Dia das Mães tendo a bebê no colo. “Vocês pensam em tudo. No meu primeiro Dia das Mães, meu presente está nos meus braços, mas vou guardar esse momento para sempre. O presente é maravilhoso, cheio de cor e vitalidade, bem do jeito que estou me sentindo agora”, disse, visivelmente emocionada.
A psicóloga Letícia Amorim, que acompanha os pacientes internados na unidade Materno-Infantil do Hospital Dr. Jayme, destacou que, em ambientes hospitalares, ações sociais e demonstrações de acolhimento geram um efeito que ultrapassa o cuidado clínico. “Para mães que enfrentam as dificuldades da maternidade dentro do hospital, frequentemente lidando com inseguranças, medo e saudade da rotina externa, instantes de afeto e atenção contribuem para o fortalecimento emocional dessas mulheres. Pequenos gestos, como mensagens carinhosas e presentes manuais, deixam o ambiente mais suave, humanizado e mostram que elas não estão sozinhas nessa fase tão sensível e transformadora da vida”, explicou a profissional.







