WhatsApp contrata 200 advogados para responder a pedidos da Justiça

O WhatsApp contratou 200 advogados para responder a pedidos da Justiça durante as eleições deste ano no Brasil. A contratação ocorre como resposta a uma cobrança feita às redes sociais para que a plataforma combata discurso de ódio e notícias falsas no período.

Continua após a publicidade

A contratação foi anunciada pelo chefe de políticas públicas para o WhatsApp no Brasil, Dario Durigan. A plafatorma de mensagens que figura como uma das mais usadas no país não faz moderação dos conteúdos compartilhados.

O argumento é que as mensagens trocadas são protegidas por criptografia. Porém, há a preocupação com o aumento na busca de serviços de disseminação de notícias falsas. Com a contratação, a empresa aumenta a capacidade para responder a decisões e consultas judiciais.

Continua após a publicidade

Outra medida que a empresa está tomando é a tentativa de evitar disparo massificado de mensagens. Para isso, o aplicativo limita o compartilhamento de mensagens entre grupos, detecta e fecha, por mês, cerca de 8 milhões de contas automáticas no mundo.

O WhatsApp, que também busca na Justiça fechar empresas especializadas em disparo em massa de mensagens, ampliou a parceria com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para estimular a checagem de informações. Basta os usuários se conectarem com a corte eleitoral pelo número (61) 99637-1078.

Segundo o r7, usuários podem enviar para o número mensagens sobre o processo eleitoral. O TSE, por sua vez, encaminha os recados a agências de checagem, que verificam a veracidade do conteúdo.

Continua após a publicidade
Redação
Redação
Equipe de jornalismo

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

Vitória, ES
Temp. Agora
21ºC
Máxima
27ºC
Mínima
21ºC
HOJE
25/04 - Sáb
Amanhecer
05:55 am
Anoitecer
05:22 pm
Chuva
0mm
Velocidade do Vento
1.54 km/h

Média
25.5ºC
Máxima
29ºC
Mínima
22ºC
AMANHÃ
26/04 - Dom
Amanhecer
05:55 am
Anoitecer
05:22 pm
Chuva
0.43mm
Velocidade do Vento
7.1 km/h

A República Nova e seus mortos: Tiradentes ainda vive?

Igor Vitorino da Silva

Leia também