Manter uma alimentação equilibrada colabora para o controle do colesterol e para a prevenção de enfermidades cardiovasculares. Entre as alternativas que ganham destaque estão os alimentos ricos em fibras, gorduras insaturadas e compostos antioxidantes.
O LDL, chamado de colesterol ruim, é capaz de se acumular nas paredes das artérias e favorecer a formação de placas. Por sua vez, o HDL contribui para levar o colesterol de volta ao fígado. Somam-se à alimentação a prática de atividade física, o controle do peso e o acompanhamento médico, fatores relevantes para a saúde cardiovascular.
Conheça 11 alimentos que podem integrar uma alimentação direcionada ao controle do colesterol:
Alimentos que contribuem para o controle do colesterol
1. Abacate: contém gorduras monoinsaturadas e poli-insaturadas, além de ser fonte de beta-sitosterol.
2. Aveia: apresenta betaglucanas, fibras solúveis que auxiliam na redução da absorção do colesterol.
3. Azeite de oliva: reúne gorduras monoinsaturadas e polifenóis, substâncias com ação antioxidante.
4. Leguminosas: feijão, lentilha, ervilha, grão-de-bico e soja oferecem fibras que podem colaborar para a diminuição da absorção do colesterol.
5. Frutas vermelhas: morango, amora, framboesa e mirtilo são fontes de compostos fenólicos com propriedades antioxidantes.
6. Maçã: possui pectina e quercetina, substâncias associadas à proteção cardiovascular.
7. Oleaginosas: castanhas, nozes e amêndoas fornecem gorduras insaturadas e fibras. O consumo necessita ser moderado por causa do elevado valor calórico.
8. Prebióticos e probióticos: alimentos como cebola, alcachofra, iogurte, kefir e leites fermentados podem favorecer o equilíbrio da microbiota intestinal.
9. Sardinha, salmão e atum: são fontes de ômega-3, gordura relacionada a efeitos benéficos para a saúde dos vasos sanguíneos.
10. Chia e linhaça: oferecem fibras e ômega-3, nutrientes que podem ajudar a reduzir o LDL.
11. Uva: apresenta compostos fenólicos, como o resveratrol, associados a efeitos antioxidantes e à proteção dos vasos.
Incluir esses alimentos na rotina não substitui o tratamento médico. Indivíduos com colesterol elevado ou maior risco cardiovascular precisam buscar orientação profissional para estabelecer a alimentação e, se preciso, o uso de medicamentos.






