Há situações em que pessoas envelhecem biologicamente o equivalente a três anos a cada ano cronológico, chegando a parecer duas décadas mais velhas. Além disso, exibem desempenho cognitivo inferior, maiores problemas de equilíbrio e probabilidade elevada de desenvolver demência.
O processo de envelhecimento não é uniforme entre os indivíduos
O avanço da idade gera alterações em quase todos os sistemas do corpo humano, porém a magnitude dessas modificações difere consideravelmente.
Na pele, por exemplo, certos sinais podem clarear ou sumir, ao passo que manchas solares, pintas avermelhadas e verrugas seborreicas tornam-se mais comuns. Contudo, nem toda modificação na cútis é inerente ao envelhecimento fisiológico, sendo essencial a avaliação de um dermatologista.
O mesmo raciocínio se aplica à visão e à audição. Certa perda visual é esperada com o envelhecimento, mas diversos distúrbios podem ser corrigidos se detectados cedo. Catarata e glaucoma são exemplos comuns. Já condições como degeneração macular, retinopatia diabética e descolamento de retina podem afetar gravemente a visão.
A capacidade auditiva igualmente declina com os anos, ainda que a taxa dessa redução seja muito variável. Além disso, nem todos que poderiam usufruir de recursos como implantes cocleares conseguem acesso a essas tecnologias.






