Indivíduos com obesidade que emagreceram com medicamentos da categoria dos análogos de GLP-1, conhecidos como canetas emagrecedoras, apresentaram uma queda expressiva nos níveis de atividade física após iniciar o tratamento, revelou um novo estudo.
Esse achado ganha destaque especial porque a redução de massa magra é justamente uma das desvantagens frequentemente citadas no uso desses fármacos, podendo afetar negativamente diversos indicadores de saúde.
Agora, a pesquisa conduzida por cientistas do Hospital HSHS St. John’s, nos Estados Unidos, mensurou o impacto dessa diminuição da rotina ativa.
O estudo empregou informações do programa de pesquisa All of Us, dos Institutos Nacionais de Saúde (NIH), que combina prontuários eletrônicos com registros de atividade física coletados por dispositivos Fitbit.
Entre os 1.950 adultos com obesidade que começaram a terapia com fármacos da classe GLP-1, como tirzepatida e semaglutida, os pesquisadores examinaram 753 indivíduos que tinham dados completos dos wearables para análise.
A amostra era predominantemente feminina (78,6%), com média etária de 52,7 anos.






