As autoridades de saúde dos Estados Unidos estão conduzindo investigações sobre uma série de infecções por salmonella que possuem relação com a criação de aves domésticas. O surto, que já afetou dezenas de pessoas em diferentes estados, chamou a atenção dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), que buscam identificar a origem exata da contaminação.
Segundo os órgãos de saúde norte-americanos, o contato direto ou indireto com aves como galinhas, patos e perus criados em residências tem sido apontado como a principal causa das infecções. Os sintomas relatados incluem diarreia, febre e cólicas abdominais, que normalmente aparecem entre seis horas e seis dias após a exposição à bactéria.
Orientações para prevenção
Para reduzir os riscos de contaminação, o CDC recomenda uma série de medidas preventivas. Entre elas, destaca-se a lavagem rigorosa das mãos com água e sabão imediatamente após tocar nas aves ou em qualquer objeto do ambiente onde elas vivem. Além disso, é fundamental evitar levar os animais para dentro de casa, especialmente em áreas onde alimentos são preparados ou consumidos.
Outra orientação importante é não beijar ou encostar o rosto nas aves domésticas, bem como não comer ou beber perto delas. Superfícies que entram em contato com os animais ou com seus dejetos devem ser desinfetadas com frequência. O cuidado redobrado é essencial para famílias com crianças pequenas, idosos ou pessoas com o sistema imunológico comprometido, grupos que apresentam maior vulnerabilidade a complicações graves decorrentes da salmonella.
As investigações continuam em andamento, e as autoridades monitoram novos casos para conter a disseminação da bactéria. A recomendação principal é que os criadores mantenham práticas de higiene elevadas e fiquem atentos a qualquer sinal de doença, tanto nas aves quanto nos moradores da residência.







