Leitura Bíblica do dia: Salmos 3, 4, 42
“Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão fartos.” (Mateus 5:6)
Toda fome revela uma necessidade. E a questão não é se você está se alimentando… mas do que você tem se alimentado.
Espiritualmente, também existem “alimentos”, e nem todos geram vida.
Podemos pensar em três tipos:
O veneno: aquilo que claramente destrói. Conteúdos, ambientes, conversas e práticas que afastam de Deus, contaminam a mente e enfraquecem o espírito. Esse tipo de alimento te mata aos poucos.
O alimento nutritivo: A Palavra. A presença de Deus. A oração. A comunhão. Esse é o alimento que fortalece, cura, direciona e sustenta. Ele não apenas satisfaz momentaneamente, mas transforma de dentro para fora.
O alimento neutro: E aqui está o maior perigo. Não parece errado. Não parece prejudicial. Mas também não edifica. São coisas que apenas ocupam espaço. Enchem o tempo. Enchem a mente. Enchem o coração. Mas não geram vida.
E o problema não é que esse alimento destrói diretamente, é que ele substitui o que realmente nutre. Você se sente “cheia”… mas não está forte. Está ocupada… mas não está alimentada.
E então, sem perceber, a fome por Deus diminui. Porque já não há espaço.
Há pessoas que não estão fracas por falta de Deus, estão cheias demais de coisas que não são dEle.
Fome espiritual não é algo que simplesmente aparece. Ela é cultivada.
Quanto mais você se alimenta de Deus, mais fome você tem dEle. E quanto mais você se enche de outras coisas, menos espaço sobra.
Nem tudo que é permitido convém. Nem tudo que ocupa seu tempo merece permanecer.
Porque, no final, aquilo que você consome… forma quem você está se tornando.
O que tenho consumido tem fortalecido minha vida espiritual ou apenas ocupado espaço?
Oração: “Senhor, gera em mim fome verdadeira por Ti. Revela tudo aquilo que tem ocupado espaço sem gerar vida. Dá-me discernimento para escolher o que me alimenta de verdade. Que eu me encha de Ti, acima de qualquer outra coisa. Em nome de Jesus, amém.”








