A Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) tentou alterar a tabela do Sul-Americano, mas os dirigentes não obtiveram êxito no pedido.
A solicitação de mudança, até onde foi possível apurar, partiu da comissão técnica.
Por ser o país-sede, o Brasil teve o direito de organizar a tabela, as datas, os horários e a sequência de adversários.
Num primeiro momento, como o torneio é disputado em pontos corridos, a conclusão foi a de que o ideal seria encarar a Argentina na última rodada, por ser, em tese, a seleção mais complicada.
Uma espécie de final.
Só que não.
A comissão entende agora que a Colômbia é a adversária mais perigosa, superando a própria Argentina.
Mas foi tarde demais.
A CBV pediu a inversão da ordem dos jogos, colocando a Argentina na quinta-feira, dia 10, e a Colômbia no dia 13, numa eventual final.
A CSV, Confederação Sul-Americana de Vôlei, vetou o pedido brasileiro e a mudança.







