A prisão de um homem responsável por diversos roubos de celulares pode ser o início do fim de uma rede de receptação. Cinco pessoas são suspeitas de ter envolvimento no esquema, cada qual com uma função particular, de modo que, no final das contas, os produtos roubados sejam comercializados como mercadorias lícitas.
O caso está sob a tutela da Delegacia Especializada de Investigações Criminais (Deic) de Guarapari, que cumpriu nesta terça-feira (9), no bairro Ipiranga, mandado de prisão temporária do jovem, de apenas 20 anos, que seria a ponta da organização.
Segundo o inquérito, além dos celulares, outros produtos eram vendidos à rede que cuidava de todo o processo de desbloqueio, conserto e revenda dos equipamentos roubados.
Ao prender o indivíduo, os investigadores descobriram que o dono de uma loja de smartphones estava de posse de um dos aparelhos roubados pelo homem preso.
Outras operações pertencentes ao inquérito resultaram na devolução de dois celulares roubados aos seus proprietários. A investigação aponta ainda que a procedência dos equipamentos era conhecida pelos lojistas. Agora, a polícia vai atrás dos outros alvos.







