O secretário de Estado da Saúde do Espírito Santo, Nésio Fernandes, declarou que aprovou a disponibilidade do medicamento Baricitinibe para o tratamento da Covid-19 em adultos. O remédio é usado em adultos hospitalizados que necessitam de suporte de oxigênio. Todos os hospitais que atendem pacientes com Covid-19 na Grande Vitória já possuem o medicamento em condições de uso.
Segundo o secretário, a utilização do remédio faz parte de um projeto piloto do Ministério da Saúde. “Vamos dar um passo essa semana. Aprovei a portaria que disciplina o protocolo de disponibilização do medicamento para a rede pré-hospitalar. As UPAS e PAS viverão um projeto-piloto agora nas próximas semanas de disponibilidade do Baricitinibe para uso dos pacientes que tenham indicação da internação hospitalar e reúnam os critérios de prescrição”, afirmou.
Outro medicamento que também será utilizado no Estado é o paxlovid. A expectativa, de acordo com o secretário Nésio Fernandes, é que pacientes mais vulneráveis como idosos e pessoas com imunossupressão possam utilizar o remédio a partir da compra pelo Ministério da Saúde.
“Expectativa é que o Ministério da Saúde finalize a aquisição do paxolovid, que é um medicamento para a população mais vulnerável e que idosos e pessoas imunocomprometidas possam utilizá-lo em tratamento domiciliar e para casos leves”, disse.
Outros pontos da coletiva
Durante a coletiva, o secretário também afirmou que a vacina é de extrema importância no combate à doença. “A grande maioria da população que veio a óbito e sofreram internações, foram pessoas que tomaram a sua última dose de vacina no ano passado. Temos um potencial menor de termos uma quantidade menor de infecções e óbitos se a população se vacinar”, afirmou.
Foi observado que entre os meses de abril e maio foi registrada uma redução na procura de vacinas. “Tivemos em torno de 535 doses aplicadas. Já em junho e julho, mais de 600 mil foram aplicadas, essa nova geração tecnológica de vacinas são capazes de reduzir o número de casos e óbitos associada a um tratamento com medicamentos, podemos ter uma redução muito menor de óbitos”, finalizou.
Além disso, explicou que o Estado entrou na fase de recuperação após o pico da 5ª onda da doença. A expansão máxima da doença ocorreu entra a segunda quinzena de junho e a primeira do mês de julho.







