O ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, ressaltou a relevância da colaboração entre governos, movimentos sociais, sociedade civil e organismos internacionais para aprimorar políticas de produção e acesso a alimentos saudáveis no Brasil. A declaração ocorreu durante o I Encontro Nacional para a Transformação dos Sistemas Agroalimentares, realizado em Brasília.
Promovido pela Missão Josué de Castro, o encontro reúne aproximadamente 250 lideranças de diversas regiões do país, entre os dias 1º e 3 de junho, com o propósito de compartilhar experiências voltadas ao fortalecimento da segurança alimentar e nutricional, ao combate à fome e à promoção do desenvolvimento sustentável.
“Com essas palavras, quero estender a mão. O MDS, o governo do Brasil, o governo do presidente Lula, também agradecem o esforço que vocês já realizam e nos colocamos à disposição para integrar ainda mais áreas do governo, para que possamos alcançar os resultados”, afirmou Dias.
A agenda está alinhada com as políticas desenvolvidas pelo MDS, que buscam ampliar o acesso da população a uma alimentação adequada e saudável. Dentre as iniciativas, destacam-se o Alimenta Cidades, o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), o Programa Cisternas, a Cozinha Solidária e ações voltadas à promoção de sistemas alimentares mais inclusivos e resilientes.
O evento também contou com a presença de Luiza Trabuco, diretora de Gestão do Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (SISAN), e de Márcia Muchagata, gerente de Projetos na Secretaria Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional.
Missão Josué de Castro
A Missão Josué de Castro, lançada em 2024, agrega movimentos populares, organizações da sociedade civil e entidades dedicadas à transformação dos sistemas agroalimentares com base no princípio da soberania alimentar.
A iniciativa atua na construção de uma Rede Popular de Abastecimento e Acesso Alimentar, no desenvolvimento de infraestrutura produtiva, de processamento e integração logística, na transição energética, na capacitação e inovação social de tecnologias, e na integração com a economia da sociobiodiversidade, da Amazônia às demais regiões e biomas brasileiros.







