De acordo com ela, a curiosidade transformou-se em uma busca incessante por itens que prometiam hidratação, aperfeiçoamento da textura e cuidados mais específicos. “Desenvolver uma rotina de dez etapas até para a região íntima se tornou comum. A pessoa adquire sérum, máscara, óleo e esfoliante acreditando estar fazendo um investimento em autocuidado, mas muitas vezes está apenas pagando um preço elevado para satisfazer uma necessidade que o próprio mercado criou”, comenta.
Ao comparar diversas marcas e faixas de preço, Ju passou a questionar a supervalorização dessa categoria. Para ela, algumas empresas utilizam o termo “íntimo” para justificar preços mais altos, mesmo quando a proposta não parece se diferenciar significativamente da oferecida por produtos mais simples.







