Nove deputados que tentaram conquistar um novo mandato na Assembleia Legislativa do Espírito Santo (Ales) não conseguiram se eleger: Alcântaro Filho (Republicanos), Allan Ferreira (Podemos), Bispo Alves (Republicanos), Bruno Lamas (PSB), Coronel Weliton (DC), Denninho Silva (União), Fábio Duarte (PDT), Marcos Madureira (Podemos) e Zé Preto (Podemos).
Alguns deles receberam mais votos do que em 2022, mas acabaram sem uma das 30 cadeiras. É o caso de Allan Ferreira, que passou de 15.185 para 22.845 votos, e de Alcântaro Filho, cuja votação subiu de 15.742 para 15.983.
Cadeiras assumidas ao longo da legislatura
Entre os que assumiram cadeiras durante a legislatura estão Bruno Lamas e Marcos Madureira. Lamas ocupou a vaga de Tyago Hoffmann (PSB), que se licenciou para assumir a Secretaria de Estado da Saúde. Madureira assumiu em 2025, após a saída de Theodorico Ferraço (PP), eleito prefeito de Cachoeiro de Itapemirim.
Disputas por outros cargos no Legislativo estadual
Outros quatro deputados estaduais buscaram cargos diferentes, mas não foram eleitos. Sérgio Meneguelli (PSD) e Callegari (DC) concorreram ao Senado e terminaram em quinto e oitavo lugares, com 301.897 e 50.150 votos, respectivamente. Já Iriny Lopes (PT) e Tyago Hoffmann disputaram vagas na Câmara dos Deputados e ficaram na suplência, com 52.367 e 68.915 votos.
Bancada capixaba na Câmara dos Deputados
Na bancada capixaba da Câmara dos Deputados, três parlamentares tentaram a reeleição e não conseguiram: Amaro Neto (PP), Messias Donato (União) e Dr. Victor Linhalis (PSB). Messias recebeu 66.236 votos, Amaro somou 36.839 e Dr. Victor obteve 24.547. Os três ficaram na suplência. Mesmo com votação superior à de 2022, quando se elegeu com 42.460 votos, Messias não conquistou um novo mandato.
Governo do estado e Assembleia Legislativa
Helder Salomão (PT) e Paulo Foletto (PSB) disputaram outros cargos. Helder concorreu ao governo do Espírito Santo e terminou o primeiro turno em terceiro lugar, com 323.483 votos, sem avançar à segunda etapa. Foletto tentou uma vaga na Assembleia Legislativa, mas ficou na suplência do PSB, com 14.545 votos.
Gilvan da Federal (PL) também ficará sem novo mandato. O deputado retirou a candidatura à reeleição depois que o Tribunal Regional Eleitoral do Espírito Santo (TRE-ES) negou seu registro. O partido o substituiu na disputa.






