Em fevereiro, o diretor do torneio, Lui Carvalho, afirmou que a expansão do Rio Open — que prevê uma quadra para 9.500 pessoas — não compromete o trabalho de bastidores realizado junto à ATP para aprovar a mudança da superfície de jogo para quadras duras. O executivo acredita que disputar o torneio no piso sintético facilitará a atração de grandes nomes do tênis mundial. Atualmente, muitos tenistas da elite evitam deixar o Australian Open, disputado em quadras duras, para competir no saibro na América do Sul. Em vez disso, preferem torneios na Europa no mesmo piso duro antes dos Masters 1000 de Indian Wells e Miami, também realizados em superfície sintética.
“São duas coisas independentes. O evento no saibro já vinha outgrowing, crescendo mesmo na dificuldade de trazer estrelas internacionais. Já era um plano que vinha sendo feito. Em paralelo, a gente vem trabalhando há seis, sete anos para mudar o piso do Rio Open porque a gente enxerga que é um movimento que deve ser feito para poder destravar essa questão dos jogadores. Até hoje, o evento vai continuar no saibro. Não vejo como isso mudar para 2027, e a gente vai continuar trabalhando para conseguir as duas coisas”, disse Carvalho na ocasião.
A confirmação oficial das alterações está marcada para a tarde desta terça-feira.






