O jornal “The Sun” revelou que uma fonte interna do Palácio de Buckingham contou que o príncipe William, segundo na linha de sucessão ao trono da rainha Elizabeth II, estava fazendo pressão “há muito tempo” para cortar da lista da realeza seu tio, o filho do meio da soberana, príncipe Andrew. Segundo essa fonte, o empenho do herdeiro só não foi mais intenso por respeito à avó rainha.
“Ele (William) se sentia muito confiante sobre essa postura e, se dependesse dele, as coisas teriam acontecido muito mais rapidamente”, revelou a fonte.
Andrew foi banido da família real no início deste ano, após escândalo envolvendo assédio sexual – foi destituído de seus títulos e honras em janeiro, semanas antes de encerrar um processo com a acusadora Virginia Giuffre.
De acordo com o tabloide, a rainha confia cada vez mais em Charles (primeiro na linha sucessória) e em William, dando a ambos liberdade para opinarem sobre decisões relevantes, como aconteceu no caso de Andrew.
O clima não é nada bom entre eles, tanto que os herdeiros não deixaram Andrew se juntar à realeza para a procissão do Garter Day, no Castelo de Windsor. Informações apontam que William teria pressionado a decisão a ponto de ameaçar não comparecer à cerimônia se o tio fosse ao evento.






