Projetos de alunos do IFES são premiados nacionalmente em Feira de Ciências

Os alunos do Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes) foram premiados durante a Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (Febrace), promovida e organizada pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP).

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Entre os premiados estão os alunos Jenniffer Oliveira Checchia e Gabriel Quinquim Zanelato Santana, ambos do campus de São Mateus, no Norte do Estado, e com 18 anos de idade.

Gabriel é estudante do curso Técnico Integrado em Eletrotécnica. Já Jenniffer cursa o Técnico Integrado em Mecânica. Juntos, eles desenvolveram o projeto:  “Gamificação na Educação: Ondulatória no Scratch”, vencedor na categoria “Destaque por Federação: Espírito Santo”. O projeto, que teve orientação de Robson Santos Gobbi e corientação de Eros Silva Spalla, recebeu um certificado de Menção Honrosa.

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A feira aconteceu de 14 a 26 de março.  Por conta da pandemia, a feira aconteceu em formato virtual. Foram 497 projetos científicos, desenvolvidos por estudantes do ensino básico e técnico de todo o Brasil.

“Estou muito feliz e orgulhosa em receber este prêmio junto ao Gabriel. Esperamos dar continuidade neste segmento e mais pessoas passem a ter conhecimento sobre Física, com este nosso projeto lúdico e interativo que desenvolvemos”, disse a estudante do Técnico Integrado em Mecânica Jenniffer Oliveira Checchia.

Já Gabriel destacou o avanço da era digital e suas implicações. “Muitos alunos estavam se desmotivando dentro das salas de aula. Isso devido aos meios que estão inseridos dia a após dia digitalmente. Então decidimos trazer elementos lúdicos, afim de integrar nas salas de aula características vistas no meio empresarial e também em jogos para engajarmos os alunos e trazermos eles para o campo da pesquisa e educação. No nosso caso, em especial a área da Física”, disse Gabriel Quinquim.

Questionário interativo

O projeto deles sobre Gamificação visa trazer elementos de jogos, ou seja, fatores lúdicos, que devem ser divertidos e instigantes para um ambiente que longe da na sala de aula. Foi utilizada a plataforma “scratch”, que pode ser acessada no computador ou smartphone.

O jogador também tem acesso a vários códigos na forma de blocos que podem se encaixar a fim de estruturar um comando de programação. O usuário tem contato com a Física e com a programação. Neste projeto é possível o usuário escolher o seu avatar, escolher um nome (ou apelido) e responder ou aprender vários conhecimentos da disciplina. Nesta plataforma o “Questionário interativo”, no qual, através de uma série de questões, os usuários podem testar seus conhecimentos sobre ondulatória, bem como aprender mais a respeito. Quando o usuário, sempre que erra, tem a sua disposição dois resumos para ajudá-lo a absorver melhor o conteúdo. Ao fim da partida, como citado, é possível comparar a pontuação obtida com a de jogadores anteriores através do ranking.

O professor de Física Robson Santos Gobbi também não esconde a alegria em receber a premiação: “Para mim ganhar este prêmio foi muito além do que a gente esperava. Gostamos muito do resultado final do nosso projeto. Eu não queria criar muita expectativa que iriamos ganhar a premiação. Eu já estava feliz com a indicação. Receber este premio foi muito gratificante, por ser um reconhecimento do trabalho desenvolvido. Saber que este projeto impactou positivamente outros estudantes isso é recompensador”, explica o professor.

Outras premiações

O trabalho “As produções étnicas em classificados de contratação de trabalhadores domésticos – um percurso histórico”, de Krísney Santos Gonçalves, do Campus Vila Velha, recebeu o reconhecimento de uma das organizações parceiras da Febrace, a Yale Science and Engineering Association. O orientador foi Wilson Camerino dos Santos Junior.

Já o projeto “Saquinhos biodegradáveis e uso de polímero hidroretentor na produção de mudas nativas da Mata Atlântica para recuperação de áreas degradadas, dos estudantes Guilherme Melo Curty e Andressa Curty Vimercati, do Campus de Alegre, recebeu credenciais para a Feira Mineira de Iniciação Científica (Femic). A orientação foi de Carlos Henrique Rodrigues de Oliveira, com coorientação de Caio Henrique Ungarato Fiorese.

 

 

 

 

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