A Prefeitura de São Francisco de Itabapoana, por meio da Secretaria Municipal de Saúde e da Coordenação de Saúde Mental, está promovendo uma série de iniciativas alusivas ao Setembro Amarelo, campanha de conscientização voltada à prevenção do suicídio e à valorização da vida. Nesta sexta-feira (25/09), foi realizada uma panfletagem no Portal da Cidade, com a finalidade de informar e conscientizar a população.
Programação das atividades
A agenda prossegue na próxima semana com ações em escolas, no Hospital Municipal Manoel Carola e na APAE. Na segunda-feira (28), às 7h30, a mobilização ocorrerá na Escola Municipal de Ponto de Cacimbas. Na terça-feira (29), serão realizadas atividades às 7h30 e às 13h na Escola Modelo Municipal Herval Luiz dos Santos Batista, no Centro. Ainda na terça, às 10h, a programação será executada no Hospital Municipal Manoel Carola, em Ponto de Cacimbas, e às 10h30 na APAE.
As ações contam com a parceria das Secretarias Municipais de Trabalho e Desenvolvimento Humano e de Educação, Ciência e Tecnologia, além de outros setores da administração municipal. A programação inclui panfletagens, rodas de conversa, palestras, musicoterapia e momentos de escuta e acolhimento.
Para o coordenador de Saúde Mental, psicólogo Renato Chagas, a iniciativa realça a importância de dialogar sobre saúde mental e fortalecer as redes de apoio.
“O Setembro Amarelo convida a observar a vida com mais atenção, empatia e responsabilidade. Cada conversa, cada informação compartilhada e cada momento de escuta pode contribuir para que alguém perceba que não está sozinho e que buscar auxílio é um ato de coragem e cuidado. Quando diferentes setores se unem em torno da saúde mental, a rede de proteção se fortalece e as possibilidades de acolhimento e prevenção se ampliam. Valorizar a vida é uma responsabilidade coletiva.”
Compromisso com a vida
A programação reafirma o compromisso do município com a promoção da saúde mental, a prevenção do suicídio, o acolhimento e a valorização da vida. A população que estiver atravessando sofrimento emocional pode buscar os serviços da rede municipal de saúde e os equipamentos da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) para orientação e acolhimento.







