O índice reúne seis medidas: os efeitos da IA na qualidade de vida, na sociedade, nos empregos e no crescimento econômico, além do apoio ao desenvolvimento da inteligência artificial e a novos data centers.
Só o crescimento econômico teve saldo positivo, de 10 pontos.
Na criação de empregos, o saldo foi de -30,4. Esse número corresponde à diferença entre respostas positivas e negativas.
A pesquisa ouviu mais de 7.300 adultos pela internet entre 1º e 26 de outubro, e o índice passa a ser divulgado na primeira sexta-feira de cada mês a partir de dezembro.
Os americanos acreditam que a IA vai fazer a economia crescer, mas não que vai sobrar emprego para eles — é como ver a fábrica do bairro bater recorde de produção enquanto demite.
Esse descompasso entre o ganho coletivo e o medo individual ajuda a explicar por que a desconfiança com a IA continua alta mesmo com tanta promessa de prosperidade.
McKinsey: empresas trocam a compra de software por agentes de IA
Cerca de uma em cada três empresas deixou de comprar pelo menos um software ou função porque agentes de programação — sistemas de IA que escrevem e testam código sozinhos — permitiram construir a ferramenta dentro de casa, segundo a pesquisa State of AI, da McKinsey, com 1.719 executivos.






