O thriller Primetime, dirigido por Lance Oppenheim, investiga o legado de To Catch a Predator e fica disponível para aluguel e compra digital a partir de novembro.
Estrelado por Robert Pattinson, o longa estreia no mercado de vídeo sob demanda (PVOD) em 3 de novembro. Depois de um mês em cartaz nos cinemas, o filme chega às plataformas digitais para aluguel e compra, ampliando seu alcance após uma recepção crítica positiva.
Recepção e elenco
Sob a direção de Lance Oppenheim, a produção é baseada na série de TV To Catch a Predator, exibida em meados dos anos 2000. O filme explora os limites entre a busca por justiça e o espetáculo midiático e recebeu 86% de aprovação no Rotten Tomatoes. O consenso da crítica ressalta o estilo visual da obra e a atuação de Robert Pattinson, que lidera o elenco ao lado de Merritt Wever, Skyler Gisondo e Phoebe Bridgers.
Bilheteria e distribuição
Lançado nos cinemas em setembro, Primetime acumulou mais de US$ 46 milhões na bilheteria doméstica, com orçamento reportado abaixo de US$ 15 milhões. Apesar de ter alcançado cerca de 175 salas nos Estados Unidos, o desempenho é considerado sólido para o modelo de distribuição adotado. O projeto marca mais uma parceria de Lance Oppenheim com temas de impacto social, após o sucesso de You Can See Everything.
Pattinson em 2026
A trajetória de Robert Pattinson em 2026 tem sido marcada por projetos de perfis diferentes. O ator também participou de The Odyssey, épico dirigido por Christopher Nolan, e está confirmado no elenco de Dune: Part Three, nova ficção científica de Denis Villeneuve. A transição de produções para o streaming, como vista em Dexter, tem se tornado uma estratégia comum para filmes que buscam consolidar audiência depois da janela de exibição exclusiva nas salas de cinema.
Debates sobre ética na mídia
A abordagem de Primetime ao legado jornalístico de To Catch a Predator gerou debates sobre a ética na cobertura de crimes reais. A crítica especializada apontou que o filme consegue questionar a natureza do espetáculo televisivo sem perder a força narrativa. Esse tipo de análise sobre o impacto da mídia reflete tendências observadas em outros conteúdos, como a recente queda de audiência em canais tradicionais, a exemplo do que ocorreu com a Fox News no último mês.






