A edição mais recente do Zig Festival foi alvo de uma série de denúncias nas redes sociais, nas quais os participantes apontaram falhas sérias de infraestrutura, segurança e organização. As queixas vieram à tona depois que o público enfrentou superlotação, escassez de itens essenciais nos bares e obstáculos para circular pelo recinto.
Os ingressos chegaram a custar R$ 680, e o momento de maior tensão ocorreu durante o show da cantora Slayyyter. De acordo com os frequentadores, a quantidade de público ultrapassava a capacidade suportada, provocando aglomerações que fizeram algumas pessoas passarem mal e serem retiradas carregadas.
A parte técnica também recebeu duras críticas. Segundo os relatos, a ilha de som funcionava em volume bastante baixo e não havia caixas de som distribuídas nas laterais nem no fundo da pista, comprometendo a experiência sonora. A climatização do ambiente principal, por sua vez, contava apenas com três aparelhos de ar-condicionado concentrados em um único ponto, o que elevou consideravelmente a temperatura interna.
A logística de acesso e atendimento foi outro ponto de contestação. O público destacou a existência de somente uma via para entrada e saída de emergência, além do esgotamento de itens básicos no bar principal, que ficou sem estoque de água, refrigerante e cerveja durante o evento. Até o momento, a organização do Zig Festival não emitiu posicionamento oficial sobre as reclamações apresentadas pelos consumidores.






