Chuvas intensas, ondas de calor e períodos de seca prolongada têm testado a infraestrutura das cidades brasileiras. Especialistas reforçam que a adaptação climática precisa deixar de ser discurso e virar prática concreta de gestão pública.
Investimentos em drenagem urbana, arborização e sistemas de alerta antecipado são apontados como prioridade. Municípios que já sofreram com desastres recentes tendem a acelerar esse tipo de investimento.
A cobrança da população por respostas rápidas também cresce a cada novo episódio climático extremo. Falta de planejamento de longo prazo continua sendo um dos principais entraves apontados por urbanistas e ambientalistas.
Para especialistas, tratar o clima como fator de segurança pública é o caminho mais eficiente. Prevenção custa menos do que reconstrução, um argumento que ganha força entre gestores municipais e estaduais.







