O Ministério da Saúde começou a oferecer, na segunda-feira (24), até 100 mil teleatendimentos mensais em saúde mental para mulheres em situação de violência e familiares que cuidam de pessoas com deficiência, doenças raras ou transtornos do neurodesenvolvimento.
O serviço é gratuito, está disponível pelo aplicativo Meu SUS Digital e já alcança todo o país. A ação voltada a mulheres em situação de violência foi lançada em março de 2026, como projeto-piloto em Recife e no Rio de Janeiro.
O atendimento também contempla, além das próprias mulheres, os familiares responsáveis pelos cuidados, como mães, tias, avós, irmãs e outros parentes.
A ideia é fazer o acolhimento inicial e iniciar um plano de cuidado em saúde mental. Depois do primeiro contato, os casos podem ser encaminhados e acompanhados pela rede de saúde de cada município.
Nas cidades onde não houver estrutura de atendimento para dar continuidade ao acompanhamento, os teleatendimentos podem permanecer como alternativa para assegurar o acesso ao cuidado psicológico e psiquiátrico.
A ampliação busca facilitar o acesso à assistência em saúde mental para quem vive situações de violência ou uma rotina intensa de cuidados familiares, usando o atendimento remoto como porta de entrada para o SUS.






