Não é novidade alguma que os moradores, principalmente de capital do ES, reclamam há muito tempo sobre o pó de minério presente no ar da Grande Vitória. Apesar de poucos, os estudos sobre a exposição prolongada do organismo ao mineral, mostram que ele é capaz de causar doenças e resistência do organismo às infecções respiratórias.
Procurados pela redação MovNews, a Vale disse, por meio de nota, que tem feito investimentos contínuos para aprimorar os controles ambientais. “A empresa está implantando o Plano Diretor Ambiental, que conta com diversas ações para reduzir ao máximo a emissão de poeira e aprimorar a gestão hídrica na Unidade Tubarão, em Vitória”, disse.
Também procurada, a ArcelorMittal Tubarão informou que mantém a busca contínua pelas mais modernas práticas e tecnologias disponíveis para implantar em seu parque industrial. “As ações estão integradas ao Programa Evoluir firmada no Termo de Compromisso Ambiental (TCA) com o Poder Público, e que até 2023 será investido R$1,8 bilhão em ações que visam o cumprimento do termo e de outras melhorias”, afirma.
A empresa acrescenta que tem apoiado o projeto Asmavix. “Essa é uma iniciativa que está sendo realizada pela Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), em caráter isento e independente, visando trazer melhor entendimento da correlação qualidade do ar e saúde”, conclui.
Procurada pela reportagem, a Prefeitura de Vitória, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, não se pronunciou até o fechamento desta matéria. A reportagem será atualizada se a resposta chegar.
Pó preto: da casa suja às doenças respiratórias graves, moradores reclamam







