A aula magna do ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad foi interrompida na noite de quinta-feira passada, após um tumulto gerado por manifestantes que culminou em uma briga física.
O evento, cujo tema eram os desafios econômicos do Brasil, teve início por volta das 19h no Teatro de Arena da Unicamp. A palestra foi interrompida quando manifestantes começaram a protestar durante a fala de Haddad.
Eles foram retirados do local e, na sequência, ocorreu troca de socos.
Nas redes sociais, o pré-candidato a deputado estadual Matheus Pereira (Missão), conhecido como “Matheus Campinas”, divulgou um vídeo do momento da confusão, alegando que se tratava de “campanha antecipada”.
Em nota, o Partido dos Trabalhadores classificou o ocorrido como “violência política” e reafirmou “irrestrito apoio” a Fernando Haddad, que é pré-candidato ao governo de São Paulo.
“Haddad tem percorrido o estado com o objetivo que deveria ser de interesse de todos dispostos a disputar as eleições: debater propostas para o desenvolvimento econômico e social para todos os paulistas. É o que o PT defende nas eleições em todo país, um pleito com respeito ao eleitor e projetos para melhorar a vida do povo brasileiro”, diz o comunicado.
A legenda também afirmou que “não tolerará abusos e atos de violência e não se furtará de acionar as medidas cabíveis”.







