A influenciadora norte-americana Jesseka Martin, conhecida no perfil @gringadoalaska, tornou-se viral ao divulgar um depoimento emocionante sobre sua vivência no Sistema Único de Saúde (SUS) depois de ficar 12 dias internada em um hospital público no Rio de Janeiro.
Conforme reportagem do portal F5, da Folha de S.Paulo, ainda durante o período de internação, sem aguardar a liberação médica, Jesseka publicou um vídeo diretamente do leito hospitalar para expressar gratidão pelo atendimento recebido e salientar a maneira como foi acolhida pela equipe de saúde.
No vídeo, a influenciadora declarou que chegou ao hospital sem ter uma noção clara do que aguardar do sistema público brasileiro. Segundo ela, a experiência foi além de todas as expectativas.
“Como americana, eu não tinha exata certeza do que esperar. Porém, desde o primeiro dia, fui recebida com bastante respeito, cuidado e afeto por médicos, enfermeiros e todo o quadro profissional. Minha vivência tem sido extremamente favorável, e isso transformou minha percepção sobre o sistema público de saúde no Brasil”, afirmou.
Nascida no Alasca e morando no Brasil, Jesseka costuma mostrar em suas redes aspectos do dia a dia brasileiro, frequentemente ressaltando a hospitalidade do povo e a cultura local. No entanto, ela mencionou que a experiência dentro do hospital lhe proporcionou uma nova visão sobre o país.
Ao comparar o atendimento que recebeu no Brasil com as experiências anteriores nos Estados Unidos, a influenciadora apontou diferenças na relação entre pacientes e instituições de saúde.
“Minha vivência com hospitais nos Estados Unidos não é das melhores. Lá, sinto que você é tratado como um consumidor, e a relação entre o hospital e o paciente é bastante impessoal”, disse.
Segundo Jesseka, o que mais a impressionou durante a internação foi o tratamento humanizado proporcionado pelos profissionais da unidade. Ela destacou que, mesmo conhecendo a fama da acolhedora cultura brasileira, ficou surpresa com a receptividade no ambiente hospitalar.
“Eu já sabia que a cultura brasileira é muito receptiva, mas estar no hospital me surpreendeu ainda mais. Todos aqui me tratam como uma pessoa, e não como uma cliente.”







