Após 12 semanas, o grupo que realizou o treino apresentou melhora na capacidade de se levantar da cadeira e no equilíbrio sobre uma perna. Esses testes avaliam movimentos usados no dia a dia e podem indicar problemas futuros de mobilidade, risco de quedas e necessidade de cuidados adicionais.
Rotina curta alcançou 81% de adesão
Os participantes fizeram os exercícios em 81% dos dias previstos durante o estudo. Segundo Christopher Sciamanna, professor de medicina e saúde pública e autor principal, sessões breves podem facilitar a inclusão do treino na rotina.
O treino de força, também chamado de treinamento de resistência, exige que os músculos trabalhem contra uma carga, como o peso do corpo ou faixas elásticas. Sciamanna afirma que poucas repetições feitas com regularidade podem trazer ganhos: “O corpo humano é projetado para melhorar muito rapidamente”.
Os pesquisadores avaliaram o desempenho físico, e não se os exercícios reduziram diretamente quedas ou evitaram a necessidade de cuidados em instituições de longa permanência. Menos de um em cada cinco idosos cumpre a recomendação de realizar atividades para fortalecimento muscular ao menos duas vezes por semana, informa o estudo.







