A presidente do Palmeiras, Leila Pereira, aparece na lista da revista Forbes com um patrimônio estimado em 4,9 bilhões de reais. Ela ocupa a 15ª posição entre as mulheres mais ricas do Brasil e o 81º lugar no ranking geral de 2026.
O patrimônio da empresária sofreu um crescimento significativo em comparação ao ano anterior, quando alcançou a soma de 4,4 bilhões de reais. Essa quantia inclui ações negociadas em bolsa e dados públicos auditados até 30 de junho.
No setor do Varejo, o empresário Pedro Lourenço de Oliveira, que adquiriu a SAF do Cruzeiro, apresenta uma escala de negócios diferente no país. O proprietário da rede de supermercados concluiu o último exercício com vendas que totalizaram 25,7 bilhões de reais.
A fortuna de Pedro Lourenço, que controla o Cruzeiro e lidera a rede Supermercados BH, é avaliada em aproximadamente R$ 7,5 bilhões, conforme estudo da Forbes.
Negócios e expansão no Varejo envolvendo Leila Pereira
O empreendimento de Pedro Lourenço opera com 420 lojas, majoritariamente localizadas em Minas Gerais. A operação registrou um crescimento de 21% em 2025, superando a média das demais redes que integram o TOP 300 do Varejo Brasileiro, de acordo com levantamento do Instituto Retail Think Tank (IRTT).
A rede procura expandir sua presença geográfica por meio da aquisição da DMA Distribuidora, operação que aguarda a análise final do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).
Caso a transação se concretize, a empresa ampliará sua atuação para quatro estados: Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia e Pernambuco.
Investimentos no esporte nacional
Ambos os mencionados têm fortes vínculos com o esporte, embora em contextos distintos de gestão. Os investimentos direcionados à infraestrutura do Palmeiras são realizados por Leila Pereira e seu esposo, José Roberto Lamacchia.
Ela preside o clube após uma década de patrocínio através da Crefisa e da Faculdade das Américas (FAM). Por outro lado, o empresário mineiro investiu 600 milhões de reais para adquirir a maior parte da SAF do Cruzeiro.
O modelo societário adotado possibilitou que a entidade esportiva implementasse práticas corporativas semelhantes às das empresas do setor supermercadista. O CADE autorizou recentemente a transferência de 40 lojas, enquanto o mercado aguarda os desdobramentos formais das etapas operacionais seguintes.






