A relação entre estudantes, celulares e desempenho escolar está em evidência em 2026, especialmente depois da entrada em vigor de legislação que restringe o uso de aparelhos dentro da sala de aula em escolas brasileiras. Professores que orientam estudantes para vestibulares reforçam que, fora do ambiente escolar, manter o foco nos estudos e afastado das telas também exige disciplina e autorregulação, mas costuma gerar resultados mais consistentes.
Segundo educadores, conhecer os próprios limites é uma etapa importante da preparação para provas. Se o estudante sabe que perde a concentração com o celular próximo, a recomendação é afastar o aparelho do ambiente de estudo ou, no mínimo, desativar notificações durante os períodos dedicados ao aprendizado. A presença constante de estímulos digitais é apontada como um dos principais fatores de dispersão entre adolescentes e jovens adultos durante a preparação para exames.
Especialistas também chamam atenção para a diferença entre assistir a uma aula ou videoaula e efetivamente estudar. Aula é descrita como um momento mais passivo, em que o conteúdo é apresentado pelo professor, enquanto estudar envolve revisar, refletir e investir tempo próprio na compreensão do material. Nesse sentido, reduzir o tempo de tela durante os momentos de estudo ativo é visto como uma forma de garantir que esse processo mais aprofundado de aprendizagem realmente aconteça.







