A Capcom anunciou que Resident Evil 9: Requiem chegará ao mercado em 27 de fevereiro de 2026, posicionando-se como um dos lançamentos mais aguardados do período. A nova sequência da série promete retomar eventos icônicos da história e explorar os efeitos de longo prazo do desastre de Raccoon City.
Após o lançamento de um trailer durante a State of Play, uma teoria começou a circular nas redes, cativando os fãs. A discussão sobre um possível papel central de Jill Valentine na trama se baseia nas características da nova ameaça biológica revelada no material.
Revisita a Raccoon City e o novo perigo biológico
Foi confirmado que Resident Evil 9: Requiem levará Leon de volta a Raccoon City, quase três décadas após os eventos que a destruíram. A trama também incluirá Grace Ashcroft, descendente de Alyssa Ashcroft, uma sobrevivente do surto inicial, e Sherry Birkin, filha de William Birkin, que agora atua como apoio para Leon em sua jornada.
Um ponto crucial mostrado no trailer é que Leon está contaminado. Documentos apresentados nomeiam essa condição como Síndrome de Raccoon City.
Entendendo a Síndrome de Raccoon City
De acordo com os dados exibidos, a síndrome seria causada por resquícios do T-Virus que permaneceram inativos no corpo de sobreviventes do primeiro surto. Com o tempo, esses vestígios teriam ficado adormecidos até serem reativados.
O conteúdo divulgado detalha três fases da enfermidade:
Estágio 1 – Ativação
Manchas escuras começam a aparecer na pele.
Estágio 2 – Desenvolvimento
O vírus se dissemina pelo corpo e começa a afetar órgãos internos.
Estágio 3 – Terminal
A condição piora rapidamente, com náuseas, dores severas e óbito em menos de três horas.
No vídeo, Leon já exibe sinais da fase inicial, sugerindo que a busca por um tratamento será um dos elementos centrais da história.
Teoria aponta Jill Valentine como solução possível
A especulação sobre o retorno de Jill ganhou força após postagens do perfil @JillJVF96 na plataforma X. Segundo a teoria, a personagem teria anticorpos capazes de neutralizar a Síndrome de Raccoon City, especialmente se a doença estiver ligada ao T-Virus.
O raciocínio se baseia nos eventos de Resident Evil 5, em particular na expansão Lost in Nightmares. Após os acontecimentos de Resident Evil 3, Jill foi submetida a testes e passou um longo período em criogenia. Posteriormente, ela desenvolveu anticorpos robustos que lhe permitiram erradicar completamente o vírus de seu organismo.
Para os defensores da ideia, a semelhança entre a descrição da nova síndrome e o histórico biológico de Jill não seria por acaso. A noção de que ela possui uma imunidade aprimorada ao T-Virus poderia torná-la decisiva para salvar Leon.
Evidências e declarações aumentam a expectativa
O diretor de Resident Evil 9: Requiem já afirmou que o título trará revelações inéditas, como forma de preservar a experiência dos jogadores. Ele também mencionou que outros protagonistas importantes da franquia farão aparições.
Nesse contexto, a possível inclusão de Jill Valentine começa a parecer plausível dentro da estrutura narrativa estabelecida. Apesar da falta de confirmação oficial, a teoria encontra respaldo no que foi mostrado no trailer e na trajetória anterior da personagem.
Um potencial fechamento de ciclo
Ao reunir sobreviventes de Raccoon City e examinar as consequências tardias do T-Virus, Resident Evil 9: Requiem parece caminhar para um encerramento emblemático de um dos arcos mais memoráveis da série.
Caso a presença de Jill seja confirmada, o jogo pode oferecer não apenas um reencontro muito esperado, mas também uma solução lógica para a nova ameaça que aflige Leon. Enquanto isso, a Capcom se mantém em silêncio sobre novos comunicados, alimentando a expectativa em torno do que pode se tornar um dos capítulos mais grandiosos da franquia.







