Para o corredor, que também atua na área da comunicação, é mais uma etapa de centenas de quilômetros pela frente. Ele já disputou a prova da Brazil 135, com 240 quilômetros de percurso, e a Mons, com 320 quilômetros, num percurso que oscila entre terrenos plano e acidentados.
“O Espírito Santo é diferenciado e esse percurso escolhido serve justamente para mostrar como o Estado é bonito e tem potencial para que as pessoas possam praticar um esporte”, diz o corredor, que só neste ano já rodou 500 quilômetros em treinos.
A previsão é de que a corrida dure incríveis 72 horas. “A intenção é que a cada ponto do Espírito Santo mais corredores possam se juntar nessa aventura. A beleza da corrida é poder compartilhar momentos, não importa se está indo rápido ou devagar. O importante é finalizar a missão. No esporte e na vida, tudo começa na mente. Quando determinamos um objetivo e não desistimos até alcançá-lo, tudo se torna possível. Esse desafio é uma corrida, mas no lugar dela podemos aplicar qualquer outra coisa”, afirmou.







