Falta de atendimento médico marca duelo entre Real Noroeste e Serra nas quartas de final do Capixabão

Os jogos de volta das quartas de finais do Campeonato Capixaba 2023 seguem gerando polêmias. Após a falha grotesca em pênalti não marcado que custou eliminação da Desportiva Ferroviária, o duelo entre Real Noroeste e Serra, nessa sexta-feira (24), foi marcado por negligência em atendimento médico para um atleta da equipe Cobra-Coral, além de um lance claro de violência, não marcado pela arbitragem.

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Após o jogo, em que o Serra perdeu por 1 a 0 (2 x 2 no agregado) e foi eliminado, o clube postou uma nota oficial com vídeos e fotos sobre os ocorridos na partida. De acordo com time serrano, o atleta Leandro Silva Barbosa Raimundo necessitou de cuidados médicos por um corte profundo na cabeça durante a partida. No entanto, nenhum representante da Federação de Futebol do Espírito Santo (Fes) estava presente no estádio José Olimpio da Rocha, em Água Branca, para ajudar na situação. Além disso, Real não ofertou nenhuma ambulância,

Leia a íntegra da nota 

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“O Serra Futebol Clube repudia, veementemente, as atitudes da Federação de Futebol do Espírito Santo e do Real Noroeste Futebol Clube.

Após a partida, o atleta Leandro Silva Barbosa Raimundo necessitou de cuidados médicos por um corte profundo na cabeça durante a partida e nenhum representante da entidade estava presente no estádio para prestar o encaminhamento do que devia ser feito.

O jogador precisou ir ao hospital para receber pontos no local, e o clube adversário, mandante do jogo, também não ofertou nenhuma ambulância. Sendo assim, coube a diretoria do Serra proporcionar o socorro e se dirigir com o atleta ao hospital.

Além disso, um lance de agressão, sem bola, no atleta Antônio Júnior, dentro da área e o trio de arbitragem se omitiu em marcar algo.

O futebol é um esporte, sobretudo, feito por pessoas.”

O que diz o regulamento do Campeonato Capixaba 2023 

De acordo com o Art. 49, do regulamento do Estadual, as associações com mando de campo devem disponibilizar uma ambulância contendo um médico, dois enfermeiros padrão, aparelho desfibrilador, e equipamentos de primeiros socorros para cada grupo de dez mil torcedores presentes no estádio, conforme previsto no Estatuto do Torcedor.

Além disso, o inciso 5º prevê que a ambulância e equipe médica deverão permanecer durante todo o tempo no local da partida.

Já o Art. 50, diz que o atendimento médico aos atletas durante a partida será de responsabilidade, exclusiva, das associações participantes.

Por fim, o inciso 1º garante que caso a equipe visitante não apresente médico, a equipe mandante poderá disponibilizar seu médico para o atendimento de ambas as equipes, e o árbitro da partida deverá informar em súmula o fato, desde que o médico assine a súmula pelas duas equipes e/ou se comprometa atender a equipe visitante.

A reportagem tentou contato com os dirigentes dos dois clubes, mas não houve retorno. O mesmo se aplica a Federação de Futebol do Espírito Santo (Fes). Assim que obtermos as resposta, a matéria será atualizada.

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