Após fechar a compra do Twitter no fim de outubro, o CEO da Tesla Elon Musk afirmou na manhã da sexta-feira (4) que a rede social sofreu uma queda “massiva” em sua receita, como resultado de várias marcas interromperem os gastos com publicidade na plataforma. Ele diz que anunciantes estão sucumbindo à pressão de ativistas e acusa-os de querer destruir a liberdade de expressão na América.
As declarações de Musk surgem após o The Wall Street Journal noticiar que marcas como o grupo Volkswagen, Pfizer, Mondelez (dona da Oreo), entre outros de uma lista crescente, estão interrompendo as suas campanhas de publicidade no Twitter.
Um dos motivos apontados é a incerteza por parte das empresas relativo ao tipo de conteúdo que poderá passar a ser autorizado no Twitter. As marcas em questão receiam que Musk reduza a moderação de conteúdo na plataforma, enquanto outros receiam a incerteza provocada pelo despedimento dos principais executivos da rede social.
Após a aquisição do Twitter por 44 mil milhões de dólares, Elon Musk garantiu que iria reverter a decisão de banir a conta de Donald Trump, bem como as contas de outras personalidades expulsas da rede social. Isto cria um desafio junto das marcas que não pretendem ficar associadas a determinado tipo de conteúdos.







