Após a reforma da Previdência, que completa três anos de vigência neste domingo (13), o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) mantém déficit elevado, mas com queda na fila de espera por benefícios.
Neste ano, o resultado entre arrecadação e gastos já chega a R$ 254,7 bilhões no acumulado dos últimos 12 meses, um aumento de 19,5% em relação ao total de 2019, antes da reforma, que foi de R$ 213,1 bilhões.
Já a fila de pedidos que aguardam análise do INSS atingiu em outubro o menor estoque dos últimos anos, com 976 mil processos. Em janeiro deste ano, havia 1.865.209 requerimentos em análise.
De acordo com o R7, atualmente, a média de requerimentos finalizados, com ou sem concessão de benefício, chega a 630 mil por mês. O tempo médio de concessão chegou a 75 dias, em setembro, também o menor dos últimos anos.
Governo federal e parlamentares defenderam a reforma para equilibrar as contas públicas, com o objetivo de assegurar os pagamentos de benefícios no futuro.
Entre as principais mudanças estão, por exemplo, a exigência da idade mínima para aposentadoria de 62 anos e 15 anos de contribuição para as mulheres, e de 65 anos de idade e 20 anos de contribuição, para os homens.







