Para tudo! Se o primeiro livro já tinha me deixado obcecada, “O Mar de Monstros” veio para provar que o Tio Rick não veio para brincadeira. Sabe aquele sentimento de voltar para casa, mas a casa está uma bagunça e cheia de monstros? É exatamente assim que a gente se sente voltando para o Acampamento Meio-Sangue.
Aqui estão os meus surtos (e algumas reflexões sérias, porque a gente também analisa a narrativa, né?) sobre o segundo volume da série:
Percy: De Novato a “Eu sei o que estou fazendo” (Mais ou menos)
A evolução do Percy aqui é nítida. Em O Ladrão de Raios, ele estava só tentando sobreviver e não ser morto por um Chihuahua gigante. Agora, ele já tem aquela confiança de quem sabe que é um semideus, mas sem perder o sarcasmo impecável. Ele entende melhor as regras do mundo mitológico, e ver ele usando os “poderes de mar” para pilotar navios foi tudo para mim. É o nosso Cabeça de Alga ficando maduro!
O Fator Tyson: Meus sentimentos entraram em conflito
Confesso: no início, eu quis dar um sacode no Percy. Ele foi bem egoísta e sentiu aquela vergonha básica de adolescente por causa do Tyson. Mas, ao mesmo tempo, é isso que faz a escrita ser tão real. Quem nunca quis se esconder quando um parente “diferente” aparecia na escola?
- A superação: Ver o Percy quebrando o preconceito e entendendo que o Tyson é a criatura mais pura e leal desse mundo acabou comigo.
- Tyson como heroi: Ele sofreu preconceito de todo lado, mas lidou com isso com uma dignidade que muito deus do Olimpo não tem.
Cenas de Ação e o “Ranço” pelo Luke
As lutas desse livro são de outro nível. A batalha contra o Ciclope na ilha foi tensa, com planos dando errado e a gente roendo as unhas. Mas o que me quebra mesmo é o Luke.
“A cada confronto com ele, a traição dói mais. Ele não é um vilão qualquer; ele é alguém que eles amavam, e essa complexidade torna tudo muito mais pesado.”
Annabeth + Percy: Os mais mais
A dinâmica deles está cada vez melhor. É o equilíbrio perfeito:
- Annabeth: O cérebro, a estratégia, o plano A, B e C.
- Percy: A coragem, o improviso e o “vamos ver no que dá”.
Eles se respeitam muito e, mesmo sendo super novos, a amizade deles já tem aquela cara de “vou até o fim do mundo por você”.
O Plot Twist que Ninguém Esperava: Thalia está de volta!
Gente, o que foi aquele final? Eu terminei o livro encarando a parede por cinco minutos. O retorno da Thalia muda TUDO.
- Ela é filha de um dos “Três Grandes”.
- Ela traz uma energia de mistério e uma ponta de perigo.
- As visões divergentes entre Luke e Annabeth sobre ela só me deixam mais curiosa: ela vai ser uma aliada incrível ou um problema épico?
Conclusão: É leitura obrigatória!
Se você achou que a série seria “só para crianças”, O Mar de Monstros prova que os temas são profundos: aceitação, o peso das profecias e como nossas escolhas moldam quem somos. O Tio Rick arrasou demais na ambientação e em como as profecias nunca são o que a gente imagina.
E aí, você também chorou na parte do Tyson ou é forte?







