Caranguejeiras surgem em jardins, ajudam no controle de insetos e pedem cautela
Espécies integram o equilíbrio ambiental e podem provocar irritações quando moradores tentam manuseá-las
Deparar-se com uma aranha-caranguejeira no quintal pode causar susto em quem não tem familiaridade com a presença desses animais.
No entanto, elas exercem uma função relevante no ambiente e contribuem para o controle de populações de insetos e de outros pequenos animais.
Presença em jardins e quintais
As caranguejeiras integram a família Theraphosidae e costumam habitar áreas com vegetação, pedras, troncos e pontos que lhes forneçam abrigo.
Por essa razão, jardins localizados perto de áreas naturais podem receber visitas esporádicas desses aracnídeos.
Além disso, algumas espécies ficam mais ativas em períodos de calor ou chuva, momento em que deixam seus esconderijos.
Besouros, baratas e outros invertebrados podem fazer parte da alimentação das caranguejeiras.
Assim, elas colaboram para o equilíbrio das populações desses organismos.
Cuidados ao encontrar uma caranguejeira
Mesmo com a aparência impressionante, várias espécies não têm o hábito de atacar pessoas sem que sejam provocadas.
Isso, porém, não quer dizer que os moradores devam tentar capturá-las com as mãos.
Algumas caranguejeiras têm pelos urticantes capazes de causar irritações na pele e, sobretudo, nos olhos.
Além disso, as picadas podem provocar dor e outras reações, conforme a espécie e as condições da pessoa atingida.
Por isso, o recomendado é manter crianças e animais domésticos afastados caso uma caranguejeira apareça dentro de casa.
Também é importante evitar movimentos bruscos e tentativas de captura sem equipamentos apropriados.
Se o animal representar risco ou estiver em uma área de passagem, o morador pode buscar orientação junto aos serviços ambientais do município.
Dessa maneira, é possível prevenir acidentes e permitir que o animal siga cumprindo sua função na natureza.






