Buracos negros são regiões do espaço onde a gravidade é tão intensa que nem a luz consegue escapar. Eles se formam, em geral, quando estrelas muito grandes esgotam seu combustível e colapsam sobre si mesmas.
O limite a partir do qual nada retorna é chamado de horizonte de eventos. Embora o interior seja inacessível, os cientistas conseguem estudar esses objetos pelo efeito que causam na matéria e na luz ao redor.
No centro da Via Láctea existe um buraco negro supermassivo com milhões de vezes a massa do Sol. Imagens obtidas por uma rede de radiotelescópios espalhados pelo planeta revelaram a sombra desses gigantes pela primeira vez.
A detecção de ondas gravitacionais, previstas por Albert Einstein, abriu uma nova forma de observar colisões entre buracos negros. Cada descoberta ajuda a testar os limites das leis da física conhecidas.
Ao contrário do que mostram muitos filmes, buracos negros não são aspiradores cósmicos que engolem tudo ao redor. A certa distância, sua gravidade age como a de qualquer outro corpo com a mesma massa.
O físico Stephen Hawking propôs que esses objetos emitem uma radiação muito fraca e podem evaporar ao longo de períodos inimagináveis. A hipótese segue sendo um dos temas mais fascinantes da ciência.







