O interesse por experiências internacionais vem crescendo entre brasileiros que desejam morar fora do país, ampliar a formação e ainda obter renda extra em moeda forte. A possibilidade de conseguir um visto para estudar e trabalhar no exterior ganha cada vez mais espaço, sobretudo com a expansão de programas educacionais, acordos bilaterais e políticas migratórias que facilitam a permanência de estudantes em outros países.
Além da sala de aula, esse modelo de visto oferece vantagens como acesso a mercados de trabalho internacionais, networking global e desenvolvimento de habilidades profissionais valorizadas em diferentes setores. Em vários locais, a permissão de trabalho já é vinculada à matrícula em instituições reconhecidas; em outros, o estudante precisa de autorizações adicionais depois de iniciar o curso.
É importante lembrar que cada governo define suas próprias normas, incluindo prazos, exigências financeiras e limites de jornada. Custo de vida, demanda por mão de obra e nível de proficiência no idioma também pesam na adaptação. Por isso, antes de escolher um destino, é essencial avaliar todos esses requisitos.
Visto para estudar e trabalhar na França (Work and Holiday Visa)
Obter a autorização para estudar e trabalhar na França é o ponto de partida para quem busca uma experiência completa no país. Entre os brasileiros, as modalidades mais comuns são o PVT (Permis Vacances-Travail), também chamado de Work and Holiday Visa, e o VLS-TS (Visa de Long Séjour valant Titre de Séjour), o visto de longa permanência para estudantes.
Para brasileiros sem cidadania europeia, a escolha entre o visto férias-trabalho e o visto de estudante de longa permanência exige a compreensão de regras bem diferentes em relação a permanência, finanças e direitos. Veja a seguir os detalhes de cada alternativa.
Visto Férias-Trabalho (PVT)
Voltado à imersão cultural, ao turismo e à captação de recursos por meio do mercado de trabalho local, o PVT tem validade exata de 12 meses. A inscrição ocorre no lote anual aberto em 1º de janeiro, com limite de 500 vagas por ano. Podem concorrer candidatos de 18 a 30 anos, sendo permitida a inscrição até a véspera do aniversário de 31 anos. É preciso comprovar fundos próprios mínimos de € 2.500 ou equivalente em reais. O visto libera trabalho em tempo integral, isenta a taxa consular e permite livre circulação no Espaço Schengen. Não é prorrogável, sendo obrigatório retornar ao Brasil sem possibilidade de renovação desse mesmo visto na França. A permissão de trabalho é integral, até 35 horas semanais, sem limitação de setor.
Visto de Longa Permanência (VLS-TS Estudante)
O VLS-TS Estudante é focado em formação acadêmica, qualificação profissional e desenvolvimento de carreira na França. A validade inicial varia de 4 a 12 meses, dependendo da extensão do curso. A solicitação ocorre em fluxo contínuo, alinhado aos prazos das universidades e do Campus France. Não há limite de idade, e qualquer brasileiro adulto matriculado pode aplicar. O candidato deve comprovar custeio mínimo de € 850 por mês de permanência. Entre os benefícios estão a ajuda de custo habitacional (CAF), o acesso à saúde pública (Sécu) e as garantias de moradia (Visale). O visto é renovável na França e permite estender a estadia ou mudar para visto de trabalho após a formatura. A permissão de trabalho é apenas em tempo parcial, limitada a 60% da jornada anual, com máximo de 20 horas semanais.
Como e onde solicitar o visto para trabalhar e estudar na França?
Os dois processos exigem atenção, porém podem ser menos complicados do que parecem quando o candidato conhece bem as fases. Brasileiros sem cidadania europeia podem obter autorização para exercer atividade remunerada na França por um ano.
Para estudantes, o VLS-TS permite trabalhar até 964 horas por ano, cerca de 18 horas semanais, durante a formação acadêmica. Antes de solicitar o visto, é importante definir qual categoria combina com o perfil de cada um.
A França dispõe de diversas opções, entre elas o Passport Talent, destinado a profissionais altamente qualificados, o visto de curto prazo para trabalhos temporários e o visto de estudante.
Em todas as hipóteses, a documentação inclui passaporte válido, contrato de trabalho ou carta de aceite da instituição de ensino, comprovante de alojamento, seguro saúde com cobertura mínima de 30 mil euros e recursos financeiros para a permanência.
Os consulados franceses no Brasil recebem o pedido e finalizam a análise em cerca de 15 dias úteis. A taxa é de aproximadamente 99 euros, quitada em reais no momento da solicitação. Manter os papéis organizados eleva as chances de êxito.
Como tirar visto para estudar e trabalhar na Nova Zelândia
Para viver na Nova Zelândia, o primeiro passo é entender o funcionamento do visto para estudar e trabalhar no país. O processo pode parecer complicado, mas com as etapas corretas tudo se torna mais fácil. O governo neozelandês oferece variadas categorias de visto, e a escolha deve considerar o objetivo da viagem.
Brasileiros que vão fazer cursos com duração acima de 14 semanas precisam solicitar o visto de estudante, que autoriza trabalho legal de até 20 horas semanais no período letivo. Quem recebe oferta formal de emprego deve requerer o visto de trabalho, que exige empregador registrado na imigração neozelandesa.
Além da modalidade certa, a papelada deve ser preparada com cuidado. Os documentos exigidos incluem passaporte válido por pelo menos seis meses após o retorno, comprovante de renda, carta de aceitação da escola ou oferta de emprego, seguro saúde obrigatório e comprovante de acomodação.
Como solicitar o visto para estudar ou trabalhar na Nova Zelândia?
A solicitação é feita pelo site oficial do governo neozelandês, onde se preenche o formulário e se enviam os arquivos digitalmente. Conferir todas as informações antes do envio é fundamental para evitar atrasos ou negativas.
O tempo médio de análise costuma ser ágil e muda conforme o tipo de visto. As taxas são pagas em dólar neozelandês e os valores também variam por categoria. Hoje, o visto de estudos custa cerca de NZD 850, enquanto a NZeTA, autorização eletrônica para viagens curtas, sai por NZD 123.
Guia para tirar visto para a Alemanha

Brasileiros que querem aproveitar as oportunidades acadêmicas e profissionais da Alemanha precisam saber como funciona o visto para estudar e trabalhar no país. Para estadias curtas de até 90 dias, não há necessidade de visto; para períodos mais longos, é obrigatório escolher uma das categorias existentes.
Entre as alternativas, estão o visto de estudante e o visto de trabalho qualificado, que permitem atuar em áreas específicas e, em certos casos, levar à residência permanente. Antes de protocolar o pedido, é fundamental reunir a documentação e comprovar que atende aos critérios da imigração alemã.
Como solicitar o visto para estudar ou trabalhar na Alemanha?
O visto de trabalho exige oferta formal de emprego, qualificação reconhecida na Alemanha, comprovantes de renda, contrato e passaporte válido. Para o visto de estudante, são necessários carta de aceite de instituição reconhecida, recursos financeiros e seguro saúde obrigatório.
Além disso, cursos de alemão com carga mínima de 18 horas semanais e programas universitários permitem trabalhar legalmente até 20 horas por semana, o que garante uma vivência completa de estudo e trabalho.
A solicitação é realizada no consulado alemão no Brasil, com processamento variável. Em geral, o visto é emitido por até um ano, renovável. Taxas e requisitos mudam conforme a modalidade. Planejar com antecedência, organizar os documentos e contar com assessoria especializada, se possível, são passos que ajudam em todo o processo.
Requisitos para tirar visto de estudo ou trabalho para Portugal

Entender as regras do visto para estudar e trabalhar em Portugal é o ponto de partida de quem planeja viver legalmente no país. Brasileiros podem entrar sem visto por até 90 dias, mas a isenção não vale para cursos longos nem para atividade profissional.
Por isso, antes de viajar, é necessário solicitar a autorização correta, como o Visto D4 para estudantes ou o visto de trabalho para quem já tem proposta formal de emprego.
Na chegada a Portugal, mesmo com dispensa de visto, é obrigatório mostrar passaporte com validade mínima de três meses além da estadia planejada, comprovante de alojamento, bilhete aéreo de ida e volta, vínculo profissional no Brasil e meios financeiros para a permanência.
Como solicitar o visto para estudar ou trabalhar em Portugal?
Para quem deseja estudar, o visto de estudante é indispensável em cursos com duração superior a 90 dias, exceto para portadores de cidadania europeia. O Visto D4 pode ser temporário, para cursos de até 12 meses, ou de residência, para graduações, mestrados e doutorados com mais de um ano.
A taxa do visto temporário é de R$ 840,45*, enquanto o visto de residência para estudo custa R$ 917,21*. O prazo médio de análise é de cerca de 60 dias. Já o visto de trabalho exige comprovação de oferta formal de emprego antes da solicitação.
O custo do visto de trabalho é de R$ 871,77*, e a análise pode demorar mais de 120 dias, conforme a demanda. O empregador português precisa comprovar que a vaga não pôde ser ocupada por cidadão europeu, exigência prevista em lei para a contratação de estrangeiros fora da União Europeia.
Como tirar visto para estudar e trabalhar em Dubai

O visto para estudar e trabalhar em Dubai é indispensável para quem pretende viver nos Emirados Árabes Unidos. O país cobra autorizações específicas para cada finalidade, com regras que variam por nacionalidade e tipo de atividade.
O visto de estudante (Student Visa) é direcionado a quem foi aceito por uma instituição educacional reconhecida, e a própria universidade costuma apoiar o processo. Já o visto de trabalho (Work Visa) depende de patrocínio de um empregador local, que inicia o trâmite na imigração em nome do trabalhador.
Como solicitar o visto para estudar ou trabalhar em Dubai?
Para o estudante, o visto costuma valer por 12 meses, renovável conforme a duração do curso. O pedido deve ser feito de um a dois meses antes do semestre; a análise leva de 15 a 20 dias úteis, ou 10 dias no processamento expresso, que tem custo extra.
A documentação exigida inclui passaporte com validade mínima de sete meses, foto recente, formulários preenchidos pela universidade, comprovante de pagamento da taxa de visto e do seguro de saúde.
Para obter o visto de trabalho, o requisito inicial é possuir oferta formal de emprego. O patrocinador apresenta contrato de trabalho, cópias do passaporte e da situação de residência do profissional.
O solicitante precisa fornecer passaporte válido por ao menos seis meses, cópia colorida do documento, foto e bilhete de viagem emitido pela Emirates. O valor da autorização varia de acordo com a categoria profissional e o tipo de patrocínio.
Vistos para estudar e trabalhar na Irlanda

Quem pretende se estabelecer na Irlanda deve considerar o visto para estudar e trabalhar antes mesmo de arrumar as malas. Diferentemente de outras nações, o visto de estudante não é pedido antes da viagem; ele é emitido após a chegada ao território irlandês.
Como solicitar o visto para estudar ou trabalhar na Irlanda?
Inicialmente, brasileiros podem entrar como turistas e permanecer até 90 dias sem visto. Para cursos com duração superior a três meses, no entanto, é necessário obter o Stamp 2, que autoriza os estudos e o trabalho em meio período.
O Stamp 2 é a autorização mais utilizada por brasileiros que fazem intercâmbio de longa duração na Irlanda.
Para consegui-lo, é preciso agendar entrevista com a imigração, comprovar acomodação fixa, apresentar seguro governamental válido e demonstrar recursos financeiros mínimos de € 3.000.
O processo inclui seis etapas principais: agendar a entrevista no site do GNIB, obter moradia permanente, organizar documentos como passaporte, carta da escola, comprovantes financeiros e seguro, além de pagar a taxa de € 300 (R$ 1.885,29)* referente ao Irish Residence Permit (IRP).
Por outro lado, o visto de trabalho na Irlanda segue regras diferentes. A solicitação só pode ocorrer depois que a contratante obtém uma autorização de trabalho; em outras palavras, o visto é liberado apenas com uma oferta formal de emprego.
As taxas dependem do período do contrato: € 500 (R$ 3.094,06)* para até seis meses e € 1.000 (R$ 6.188,13)* para contratos entre seis e 24 meses, mais a taxa de € 300 do IRP. A análise leva cerca de oito semanas.
Visto de trabalho e estudos em Malta

Saber como funciona o visto para estudar e trabalhar em Malta é fundamental para quem quer viver na ilha. Brasileiros podem permanecer como turistas até 90 dias; para ficar por mais tempo, é preciso pedir um visto adequado. Assim, o primeiro passo é identificar a categoria que corresponde ao objetivo da viagem.
Onde pedir o visto para trabalhar ou estudar em Malta?
O estudante deve solicitar a autorização diretamente na Central Visa Unit, de preferência até 21 dias antes do vencimento do visto de turista. A papelada inclui carta de aceitação da escola, comprovante de pagamento do curso, passaporte válido, contrato de aluguel e seguro viagem com cobertura mínima de €30 mil.
Também é necessário comprovar recursos para se manter no país. O consulado costuma liberar o visto em até três semanas. Depois de concluir 13 semanas de curso e manter frequência regular, o estudante pode pedir a permissão de trabalho.
Quem quer atuar em tempo integral deve requerer permissão de trabalho no órgão responsável maltês. O processo depende de oferta formal de emprego de empresa local. A taxa é de €280,50 (R$ 1.735,76*), e a análise costuma levar de um a três meses.
Estudantes que desejam unir estudos e trabalho podem pedir uma licença de emprego temporária, no valor de €230 (R$ 1.421,51*), processada entre quatro e seis semanas. As chances de aprovação crescem quando o trabalho está relacionado à área de estudo.
Dicas para quem quer visto para a Espanha

O primeiro passo para residir legalmente na Espanha é obter o visto para estudar e trabalhar no país. O governo espanhol oferece o visto de busca de emprego, pelo qual estrangeiros podem permanecer até 12 meses para encontrar trabalho e formalizar contrato. Sua principal vantagem é dispensar o retorno ao Brasil para requerer a autorização de residência e trabalho depois da contratação.
Há, ainda, dois tipos principais de visto de trabalho: o de trabalhador subordinado, para quem mantém vínculo com empresa local, e o de trabalhador autônomo, recomendado para empreendedores. A taxa de €80 (R$ 494,74*) é paga em dinheiro no consulado espanhol, no momento do pedido, que é analisado em cerca de 30 dias.
Já o visto de estudante é obrigatório para brasileiros que forem fazer cursos por mais de 90 dias. O pedido deve ser feito ainda no Brasil, em consulados ou na embaixada espanhola.
Entre as exigências estão matrícula em instituição de ensino, recursos financeiros de pelo menos €600 mensais e seguro saúde internacional com cobertura adequada. O visto de curta duração, de até seis meses, atende bem a cursos rápidos; o de longa duração demanda certificado médico e antecedentes criminais.
Como solicitar o visto para o Canadá

Conseguir um visto para estudar e trabalhar no Canadá é a via mais comum para quem deseja viver uma experiência no país. Primeiro, é preciso conhecer as modalidades: o visto de estudante é para cursos com duração maior que seis meses e sem estágio obrigatório.
O visto de estudante com permissão de trabalho é destinado a cursos com atividades práticas. Estudantes de instituições reconhecidas pelo governo canadense podem atuar até 20 horas semanais durante o curso, sem requerer autorização formal.
Para trabalho em tempo integral, é indispensável solicitar uma permissão de trabalho. A elegibilidade inclui passaporte válido por, no mínimo, seis meses, ausência de antecedentes criminais, exame médico quando exigido e vínculos com o Brasil. Também é necessário provar que o candidato deixará o Canadá no fim da autorização e que não trabalhará em companhias com status “inelegível”.
O pedido de visto canadense é 100% online, no site oficial do governo. Após preencher os formulários, o candidato envia os documentos digitalmente e aguarda orientações sobre o envio do passaporte.
Entenda as opções de vistos para a Inglaterra

Para quem pretende estudar no Reino Unido, há três principais categorias de visto: Student Visa, Short-Term Study Visa e Child Student Visa. O Student Visa, para cursos superiores a 11 meses, permite estudar, trabalhar e levar familiares para a Inglaterra.
O Short-Term Study Visa é indicado para cursos de inglês de 6 a 11 meses, mas não autoriza trabalho nem acompanhantes. O Child Student Visa atende menores de 18 anos matriculados em escolas britânicas e pode ser renovado.
A solicitação do visto de estudante é feita no site do Governo Britânico. Requer preenchimento do formulário, pagamento de taxa de £214 a £524 (R$ 1.503,53 a R$ 3.681,54*), conforme a categoria, e agendamento da coleta de dados biométricos. Depois, basta enviar os documentos online e acompanhar o status por e-mail.
O visto de trabalho na Inglaterra é concedido a quem recebe oferta formal de emprego ou possui vínculo com instituições britânicas. O valor varia conforme o tipo e a duração, e a validade pode chegar a cinco anos.
Na média, a autorização permite permanência de seis a vinte e quatro meses, renovável de acordo com o contrato. Além das taxas, o candidato precisa comprovar saldo mínimo em conta e cumprir os requisitos do empregador e do governo britânico.
Visto para estudar e trabalhar na Austrália

Obter um visto para estudar e trabalhar na Austrália exige preparação, mas o país oferece diversos caminhos para aliar qualificação e experiência no mercado local. Quem começa pelos estudos pode usar o Student Visa, que permite cursos e até 20 horas semanais de trabalho no período de aulas. O processo é totalmente online, com envio de matrícula, seguro-saúde, comprovação financeira e passaporte válido.
Para quem já busca o mercado de trabalho, as opções mudam conforme idade, profissão e vínculo empregatício. O Working Holiday Visa é o mais popular entre jovens de alguns países, pois possibilita trabalhar e viajar por até 12 meses. Já os vistos Skilled Independent e Skilled Nominated são voltados a profissionais qualificados em áreas de demanda e exigem avaliação de competências.
Independentemente da categoria, o governo pede comprovação de renda suficiente, exame médico e antecedentes criminais. Também é necessário seguir todas as regras de permanência. Iniciar o trabalho antes do começo das aulas ou exceder a carga horária permitida pode resultar em cancelamento do visto.
Planejamento e cuidados essenciais para obter o visto

Planejar a mudança para outro país vai muito além da escolha do destino. Somado ao conhecimento dos requisitos do visto para estudar e trabalhar, é preciso avaliar custo de vida, idioma e oportunidades na área de interesse. Quanto mais cedo começar a pesquisa e a organização documental, maiores as chances de aprovação e de adaptação tranquila.
As políticas de imigração mudam com frequência, pois muitos países revisam as regras anualmente. Taxas, prazos e exigências podem ser alterados sem aviso, sobretudo em períodos de alta demanda. Consultar os canais oficiais das embaixadas e consulados e, se necessário, buscar auxílio especializado garante mais segurança em cada fase.
Estudar e trabalhar no exterior é uma chance de crescimento pessoal e profissional. A vivência internacional amplia horizontes, fortalece habilidades interculturais e abre portas para carreiras globais. Assim, planejar com cuidado, cumprir as normas e manter a documentação atualizada são medidas que transformam o sonho em uma experiência real e bem-sucedida.
* Valores calculados no início de 2026 – Consulte as regras atualizadas com o consulado do país escolhido.







