Uma nova pesquisa eleitoral divulgada nesta segunda-feira, dia 13 de julho, aponta um cenário de estabilidade na corrida pela Presidência da República. Em uma simulação de segundo turno, o atual presidente Lula aparece com 47% das intenções de voto, enquanto o senador Flávio Bolsonaro registra 44%. Pela margem de erro, o resultado configura um empate técnico entre os dois candidatos, repetindo os mesmos índices observados no levantamento anterior, realizado no fim de junho.
A pesquisa foi feita por telefone com 2.003 eleitores de 16 anos ou mais. A margem de erro considerada é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com um intervalo de confiança de 95%. O levantamento está oficialmente registrado na Justiça Eleitoral.
No cenário de primeiro turno, o candidato petista oscilou dentro da margem de erro, passando de 42% para 40%, enquanto o parlamentar do PL manteve os 34% anteriores. Na sequência, aparecem Ronaldo Caiado com 5%, seguido por Renan Santos e Romeu Zema, empatados com 4% cada. Joaquim Barbosa e Augusto Cury registram 2% cada, Aécio Neves aparece com 1% e Cabo Daciolo não pontuou. Na consulta espontânea, onde nenhum nome é sugerido, Lula lidera com 35% e Flávio Bolsonaro soma 24%.
O levantamento também testou outros cenários para o segundo turno. Em uma disputa direta contra Romeu Zema, o atual mandatário venceria por 47% a 40%. Diante de Ronaldo Caiado, a vantagem do petista seria de 47% a 38%, e contra Renan Santos, o resultado apontaria 49% contra 35% do adversário.
No quesito rejeição, Aécio Neves, que já declarou que não concorrerá ao cargo, lidera o índice com 61% de eleitores que afirmam que não votariam nele de jeito nenhum. Flávio Bolsonaro aparece em segundo com 50% de rejeição, seguido por Lula com 46%, Cabo Daciolo com 44% e Romeu Zema com 36%. Os candidatos Ronaldo Caiado, Joaquim Barbosa e Renan Santos registram 33% de rejeição cada, enquanto Augusto Cury é rechaçado por 30%.
Por fim, os dados avaliaram a percepção pública sobre a atual gestão federal, que demonstrou estabilidade. O governo é classificado como ruim ou péssimo por 41% dos entrevistados, enquanto 35% o consideram ótimo ou bom, e 24% o avaliam como regular. No mês anterior, os índices negativos eram de 42%, os positivos somavam 38% e a avaliação regular correspondia a 18%.







