Nesta quinta-feira (18), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou que o Brasil contará com 155,9 milhões de eleitores aptos a participar das eleições municipais marcadas para outubro deste ano. Este número representa um aumento de 5,4% em relação ao pleito de 2020. A presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, destacou que o crescimento do eleitorado reflete a consolidação das eleições democráticas no país, ressaltando a transparência, a auditabilidade e a eficiência do sistema eletrônico de votação.
O primeiro turno das eleições está agendado para o dia 6 de outubro, com a possibilidade de segundo turno em 27 de outubro nas cidades com mais de 200 mil eleitores, onde nenhum dos candidatos a prefeito atingir a maioria absoluta dos votos válidos, excluindo brancos e nulos do cálculo.
O município de Borá, em São Paulo, terá o menor número de eleitores, com 1.094 pessoas aptas a votar, enquanto São Paulo contará com o maior eleitorado, estimado em 9,3 milhões de pessoas. No Rio de Janeiro, o número de eleitores chegará a 5 milhões.
O TSE também anunciou os limites de gastos de campanha para prefeitos e vereadores, que variam conforme o município: o mínimo é de R$ 100 mil para prefeito e R$ 10 mil para vereador. Em Borá, por exemplo, os candidatos à prefeitura poderão gastar até R$ 159 mil, enquanto os candidatos a vereador terão um limite de R$ 15,9 mil. Em São Paulo, os valores são significativamente maiores, com os candidatos à prefeitura podendo gastar até R$ 67,2 milhões no primeiro turno e R$ 26,9 milhões no segundo, enquanto os candidatos a vereador têm um teto de R$ 4,7 milhões.
Os recursos para as campanhas eleitorais provêm do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), totalizando R$ 4,9 bilhões distribuídos entre os partidos políticos em todo o país para o pleito deste ano.







