A tensão sobre a cerimônia de diplomação do presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e do vice, Geraldo Alckmin (PSB), que acontece nesta segunda-feira (12) às 14h, fez com que a área em torno do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) amanhecesse com segurança reforçada.
A solenidade, que aconteceria na próxima segunda-feira (19/12), foi antecipada para esta semana e marca o reconhecimento da vitória da chapa eleita. A expectativa é de que, na ocasião, Lula anuncie os nomes dos ministros que vão integrar a equipe do novo governo.
O intenso monitoramento foi definido pela Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF) na tentativa de fazer diminuírem os protestos de bolsonaristas que questionam o resultado da eleição de 2022.
Cerimônia de diplomação
Marcada para as 14h desta segunda-feira (12/12), a solenidade prevê a participação de, ao menos, 130 autoridades e deve durar cerca de uma hora e meia.
O protocolo eleitoral obrigatório está previsto para ocorrer até 21 de dezembro, com a diplomação de governadores, vice-governadores, senadores, deputados federais, deputados distritais e deputados estaduais.
Eles receberão diplomas assinados pelos presidentes dos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) das respectivas unidades da Federação pelas quais disputaram votos.
O diploma entregue a Lula tem como fundo o brasão da República do Brasil e apresenta os dizeres: “Pela vontade do povo brasileiro expressa nas urnas em 30 de outubro de 2022, o candidato Luiz Inácio Lula da Silva foi eleito presidente da República Federativa do Brasil. Em testemunho desse fato, a Justiça Eleitoral expediu o presente diploma, que o habilita à investidura no cargo perante o Congresso Nacional em 1º de janeiro de 2023, nos termos da Constituição”.







