A PGR arquivou uma denúncia de fraude licitatória contra o governador reeleito do Espírito Santo, Renato Gasagrande (PSB).
Ele era acusado pelo prefeito de Vitória, Lorenzo Pazolini (Republicanos), de favorecer empresas em pregões em troca de liberação de recursos para municípios.
O subprocurador-geral da República Carlos Frederico Santos observou falta de indícios de irregularidades.
O prefeito afirmava que teve uma conversa com o governador em que alinharam o atendimento de pleitos da capital capixaba.
Após o encontro, segundo Pazolini, ele foi abordado por um supostoempresário que dizia ter atuação no governo e foi advertido de que as verbas prometidas não seriam transferidas sem a definição das empresas que sairiam vitoriosas da licitação.
A defesa de Casagrande, no entanto, apontou que havia ausência de justa causa que ensejasse uma investigação.
O advogado Willer Tomaz sustentou que a representação estava “eivada de contradições” e continha afirmativas que “carecem de qualquer legitimidade”.
Disse a defesa:
“Não há qualquer menção ao nome ou características outras capazes de evidenciar quem seria esse empresário, se as afirmações eram ou não verdadeiras e se ele possuía qualquer relação com o Governo do Estado”.







