Estamos a 19 dias do segundo turno das eleições e cabe a reflexão sobre o que os candidatos ao governo do Espírito Santo Carlos Manato e Renato Casagrande têm feito para vencer a corrida ao Palácio Anchieta.
O que podemos observar é a prática da velha e já cansada política. No primeiro turno, os debates exigiram que os postulantes ao cargo de chefe do executivo estadual falassem sobre temas como saúde, educação, segurança pública, esporte, turismo, entre outros.
Mas, na prática, todos deram um jeitinho de se esquivar e não se aprofundar nos assuntos, deixando muitas interrogações no ar. Os discursos eram vazios e raramente o eleitor conseguiu captar a real proposta para cada pasta.
Neste segundo turno, a expectativa era que isso mudasse. Que os debates girassem em torno de mostrar à população o que o governo pode e vai fazer para melhorar a vida de cada um dos capixabas nos próximos anos.
Assim como notamos o que vem acontecendo na campanha presidencial em que Lula e Bolsonaro disputam a presidência da República, o segundo turno, pelo menos até agora, entre Manato e Casagrande, se resume a mostrar quem são seu aliados e a atacar um ao outro com golpes abaixo da linha de cintura.
Para o eleitor, principalmente o indeciso, o que votou nulo ou em branco no primeiro turno, essa postura não agrega em nada e só o afasta das urnas no próximo dia 30.
Casagrande e Manato usam a velha e cansada política no 2º turno. Até quando?







