O público do REP Festival está tendo dificuldades para obter o ressarcimento do evento após o cancelamento do segundo dia do evento. O festival teve que desligar a programação do último domingo (12) depois de problemas estruturais no sábado (11).
Em relatos publicados por usuários no Twitter, a Ingresse, empresa responsável pela comercialização, não estaria dando retorno sobre os pedidos de devolução dos valores cobrados pela admissão do segundo dia.
Nas redes, o público questiona se haverá reembolso pelo cancelamento do evento, cobrando um pronunciamento da Ingresse.
O entrave acontece no mesmo dia que o Programa de Proteção e Defesa do Consumidor do Rio de Janeiro, o Procon-RJ, instaurar um ato sancionatório contra os organizadores do evento, podendo cobrar multa de R$ 12 milhões sobre a produção.
As fortes chuvas que caíram sobre a cidade transformaram o festival, maior evento de rap do país, num imenso lamaçal. Os shows, que aconteceram numa fazenda em Guaratiba, atrasaram ou foram cancelados.
Múltiplos artistas desistiram de se apresentar na última hora, alegando risco de vida nas condições dadas pela produção do evento. Imundas, as pessoas xingavam a organização do evento, chegando a avistar cobras e pererecas em meio à lama.
Na segunda (13), um dos organizadores, Rafael Liporace, garantiu o ressarcimento em publicação nas redes sociais pessoais, alegando que os problemas estruturais foram gerados por um pedido de mudança de local de última hora feito pela prefeitura do Rio de Janeiro, um mês antes da realização do festival. Nesta terça (14), a prefeitura desmentiu a versão dada pelo empresário.
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