A primeira fase do Mutirão de Castração, realizado pela Prefeitura de Santa Rosa do Sul em parceria com o programa estadual Pet Levado a Sério, aconteceu no fim de semana passado. O evento ocorreu na localidade de Peroba nos dias 21 e 22 de março, oferecendo o procedimento para cerca de cem animais, entre cadelas e gatas.
Embora alguns tutores inscritos não tenham comparecido, o número total de atendimentos foi considerado positivo pelos organizadores. Nesta fase inicial, receberam prioridade os pets de famílias residentes na região oeste da cidade.
Nice Cabral, coordenadora da ação, informou que os donos fizeram um cadastro prévio e foram avisados por mensagem sobre o agendamento. Ela reforçou que, nesta etapa, a prioridade foi dada aos animais cujos tutores moram na porção oeste do município.
Segunda etapa já tem data marcada
A próxima fase da iniciativa está agendada para os dias 16 e 17 de maio. Segundo os responsáveis, a comunicação com os proprietários seguirá o mesmo método, utilizando o telefone fornecido durante o registro.
Nice Cabral destacou que a demanda foi grande, o que levou a equipe a estudar a expansão do projeto. Devido ao volume considerável de inscrições, já estão sendo avaliadas formas de aumentar o número de castrações além dessas duas fases programadas.
As inscrições para a próxima etapa já foram encerradas, e os tutores devem aguardar a convocação oficial para levar seus animais.
Ação também focou em saúde pública
Paralelamente ao mutirão, o Instituto Federal Catarinense (IFC) e a Vigilância Sanitária conduziram um projeto de extensão dedicado ao mapeamento e registro dos animais no município.
A iniciativa também incluiu a verificação de possíveis feridas nos animais, com atenção especial para detectar a esporotricose – uma infecção fúngica que pode atingir tanto pets quanto pessoas.
Nathan Cruza, médico veterinário e professor do IFC, explicou que casos suspeitos são monitorados. Quando são identificados animais com lesões, a Vigilância Sanitária providencia o tratamento do pet e o acompanhamento de seus donos.
A atividade conjunta fortalece não apenas o controle da população animal, mas também a prevenção de doenças e a melhoria da saúde pública na localidade.







