João Fonseca avaliou o torneio de forma positiva, mas sugeriu que uma mudança na superfície da quadra poderia trazer benefícios. O tenista acredita que, se houver a oportunidade de alterar o piso no futuro, isso seria vantajoso. De modo geral, o Rio Open já conta com uma organização, equipe e estrutura que permitem que ele se torne um campeonato de maior porte, sendo a troca de superfície um fator crucial para essa evolução.
O assunto é discutido pela direção do torneio, especialmente considerando a época do ano em que a competição é realizada, como já noticiado anteriormente.
Luiz Carvalho, diretor do Rio Open, explica que qualquer decisão depende de fatores externos, como possíveis ajustes no calendário e orientações da ATP, que ainda não foram definidas.
Há um desejo pela transição para quadra rápida, principalmente devido ao impacto esportivo e ao maior apelo para tenistas de elite. Essa é uma questão que tem sido solicitada e debatida com a ATP, à medida que o torneio se consolida no calendário. No entanto, nada foi oficialmente decidido até o momento.
Carvalho complementou que a definição está sujeita a elementos externos, incluindo eventuais mudanças no cronograma e nas diretrizes da entidade, que ainda não se concretizaram. A organização segue trabalhando para que, no futuro, esse cenário se torne viável, sempre alinhado à estratégia e à sustentabilidade do evento.







