No ano de 2023, Espírito Santo registrou uma redução de 3,6 pontos percentuais da pobreza e 1,4 pontos percentuais da extrema pobreza. Os dados são do Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN), no estudo IJSN Especial Pobreza nos estados brasileiros 2023.
A taxa de pobreza do Espírito Santo foi de 22,8%, ou seja, foi abaixo da média nacional (27,5%). No que se relaciona à extrema pobreza, o IJSN Especial ressalta que a taxa registrada no estado foi de 2,7%, já a do Brasil foi de 4,4%.
Pablo Lira, diretor-geral do Instituto Jones dos Santos Neves, conta que o desenvolvimento de um trabalho colaborativo leva a redução nas taxas de pobreza e extrema pobreza.
“A integração dos esforços do Governo do Estado com o Governo Federal tanto nas políticas públicas de assistência social, quanto nas ações de melhoria do ambiente econômico, geração de emprego e ampliação da renda, fizeram com que o Espírito Santo alcançasse as menores taxas de pobreza e extrema pobreza de toda a série histórica”, reforçou Lira.
O rendimento médio mensal real, segundo o ISJN Especial, no Brasil, em 2023, foi de R$ 2.846. Por outro lado, o Espírito Santo teve um rendimento um pouco maior, o valor ficou em R$ 2.907.
Índice de Gini
Através do Índice de Gini que se mede a concentração de renda em um determinado grupo, assim, auxilia a mensurar a desigualdade social. Sendo assim, quanto mais próximo de 1 o índice estiver, maior a concentração de rende, ou seja, a desigualdade.
Com base no rendimento médio mensal real domiciliar, em 2023, o Espírito Santo registrou um índice de Ginide 0,486. Esse resultado mostra uma redução em relação ao ano de 2022, em que o índice de Gini Capixaba ficou em 0,493. O Brasil, entretanto, manteve-se estável com 0,518.






