O julgamento do pastor Georgeval Alves Gonçalves, acusado de estuprar, espancar e queimar o filho Joaquim e o enteado Kauã em abril de 2018, em Linhares, está marcado para acontecer na primeira segunda-feira, dia 3 de abril. O julgamento, que inicialmente seria no dia 13 de março, foi remarcado depois do pedido do novo advogado de Georgeval ter sido aceito pelo juiz, que também revogou a nomeação do advogado que iria atuar no caso.
O assassinato das crianças aconteceu em abril de 2018, durante a madrugada, na casa onde as duas crianças moravam com a mãe, Juliana Salles, e o pastor Georgeval Alves Gonçalves. O pastor era pai de Joaquim e padrasto de Kauã. O caso aconteceu no Centro de Linhares, no Norte do Estado.
No dia do crime, Georgeval estava sozinho em casa com os meninos e a mãe da criança tinha viajado para um evento religioso em Minas Gerais, junto com o filho mais novo do casal, que na época era um bebê.
Os dois foram acusados da morte dos irmãos, mas Juliana responde ao processo em liberdade após ser acusada de omissão.
O pastor Georgeval foi indiciado por duplo homicídio, duplo estupro, fraude processual e tortura pela morte de Kauã e Joaquim.
Juliana Salles foi acusada de duplo homicídio, duplo estupro e fraude processual na forma omissa, pois a investigação apontou que ela sabia que o marido representava risco para os filhos e, mesmo assim, permitiu que ele ficasse próximo a eles.
Monstro! Ex-pastor que estuprou e matou o filho e o enteado há 4 anos ainda não foi julgado
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