O julgamento do pastor Georgeval Alves Gonçalves, acusado de estuprar, espancar e queimar o filho e o enteado em abril de 2018, que estava agendado para o dia 12 de março, foi remarcado para 3 de abril após decisão do juiz Tiago Fávaro Camata, da 1ª Vara Criminal de Linhares.
A decisão foi tomada depois do pedido do novo advogado de Georgeval ter sido aceito pelo juiz, que também revogou a nomeação do advogado que iria atuar no caso.
Relembre o caso
O assassinato aconteceu durante a madrugada, na casa onde as crianças moravam com a mãe Juliana Salles e o pastor Georgeval Alves Gonçalves, pai de Joaquim e padrasto de Kauã, no Centro de Linhares. Os dois foram acusados da morte dos irmãos, só que Juliana responde ao processo em liberdade após ser acusada de omissão.
No dia do crime, Georgeval estava sozinho com os meninos. A mãe das crianças tinha viajado para um evento religioso em Minas Gerais junto com o filho bebê do casal. Tanto Juliana quanto Georgeval eram considerados informalmente como pastores na igreja que frequentavam em Linhares.
O pastor Georgeval foi indiciado por duplo homicídio, duplo estupro, fraude processual e tortura pela morte de Kauã e Joaquim. Juliana Salles foi acusada de duplo homicídio, duplo estupro e fraude processual na forma omissa, pois a investigação apontou que ela sabia que o marido representava risco para os filhos e, mesmo assim, permitiu que ele ficasse próximo a eles.







