O corpo da faxineira Maria da Penha dos Santos Paracatú, de 46 anos, desaparecida desde o dia 1º de dezembro de 2022, em Iconha, no Sul do Estado, foi encontrado neste sábado (21), já em adiantado estado de decomposição. O ex-companheiro da vítima, que estava preso, sendo o principal suspeito do sumiço, confessou ter matado a mulher e levou a Polícia Civil até onde estaria o corpo.
Segundo a Polícia Civil, a vítima foi morta com golpes de arma branca e jogada em uma mata fechada da zona rural de Alfredo Chaves. Segundo as investigações, o suspeito era possessivo e perseguia a vítima mesmo após o término do relacionamento.
De acordo com o titular da delegacia de Iconha, delegado Sebastião Caetano, após uma extensa investigação, o autor do feminicídio foi preso no dia 26 de dezembro do ano passado, em cumprimento a um mandado de prisão temporária, no bairro Novo Horizonte, em Iconha.
Durante diligências realizadas no sábado (21), no Centro de Detenção Provisória (CDP) de Marataízes, o ex-companheiro da vítima confessou o crime e levou a equipe até o local onde o corpo foi deixado, após 52 dias do sumiço repentino da faxineira.
O corpo Maria da Penha dos Santos Paracatú foi localizado em adiantado estado de decomposição, na zona rural de Alfredo Chaves, divisa com Vargem Alta. Ele foi encaminhado ao Serviço Médico Legal (SML) de Cachoeiro de Itapemirim para ser necropsiado e, posteriormente, liberado para os familiares.
O suspeito, segundo a polícia, responderá por homicídio qualificado cometido contra a mulher por razões da condição de sexo feminino (feminicídio) e ocultação de cadáver. Ele segue preso no CDP de Marataízes.







