A chegada de um novo produto de skincare costuma gerar entusiasmo. No entanto, dias depois de começar a usá-lo, o rosto pode ficar cheio de acne. Essa situação pode ser um fenômeno chamado “purging”, que pode ser entendido como uma espécie de expurgo. Entenda melhor esse mecanismo e os motivos pelos quais ele é diferente de um “breakout”, uma erupção repentina de cravos e espinhas.
Entendendo o conceito de purging
Esse processo acontece quando um produto estimula a eliminação de camadas mais profundas da pele. É uma reação comum ao começar a usar itens que promovem a renovação celular, como os que contêm ácidos, vitamina C ou retinol. O purging acelera a troca das células, expulsando assim tudo que já estava prestes a inflamar.
Esse mecanismo, porém, pode resultar temporariamente no aparecimento de algumas espinhas, já que as impurezas estão sendo eliminadas. De acordo com especialistas, a duração pode chegar a três meses. O purging tende a desaparecer naturalmente, mas a recomendação profissional para suavizar seus efeitos é incorporar o novo produto à rotina de skincare aos poucos, aplicando-o em dias alternados, para que a pele tenha tempo de se adaptar.
As diferenças entre purging e breakout
O purging é resultado de uma limpeza profunda da pele. Já o breakout é uma reação adversa da pele aos componentes do produto, que leva ao entupimento dos poros e ao surgimento de mais cravos e espinhas. Uma forma simples de distinguir qual processo está acontecendo é observar a localização: no purging, as novas lesões costumam aparecer nas áreas onde já eram comuns. No breakout, as erupções surgem em regiões novas e podem se transformar em cistos maiores.
O purging está expelindo a inflamação para fora, o que permite uma cura rápida. No breakout, a irritação que provoca a acne persiste até que se pare de usar o produto causador da reação.







